Foro Usal-Coimbra 11

Este foro permanecerá activo del 4 al 14 de Abril.
Los/las estudiantes de ambas universidades podrán participar, de acuerdo a las normas establecidas por las profesoras en las asignaturas.
La lectura base de los debates será facilitada en clase. A partir de ella, el alumnado se organizará para realizar intervenciones que fomenten y enriquezcan el debate.

Después de Semana Santa se publicarán las conclusiones del debate. Y el alumnado deberá realizar la evaluación de las actividades del Blog, contestando algunas preguntas que estarán disponibles en este mismo espacio.
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Este forum, que tem como objectivo a análise e discussão do texto de Alfonso G. Martín, está activo entre 4 a 14 Abril 2011.
Os/as alunas de ambas as Universidades podem participar de acordo com a normas definidas no âmbito das respectivas disciplinas
A leitura base já foi fornecida. A partir desta leitura a turma organiza-se para realizar as intervenções que fomentem e enriqueçam o debate.

Depois das Férias da Páscoa daremos a conhecer as conclusões do debate. Os alunos e as alunas deverão realizar a avaliação das actividades do blogue respondendo a algumas perguntas que estarão disponiveis neste mesmo espaço

101 comentarios:

  1. Hola chic@s!
    Tal y como dice el articulo, el vertiginoso desarrollo tecnológico ha cambiado la forma en que nos relacionamos con los medios. Por ello considero fundamental una formación con los medios, sobre los medios y para los medios. La escuela no debe limitarse unicamente a la presencia de las TIC en el aula, sino en educar sobre y para los medios.
    Pero para ello debe llevarse a cabo un nuevo modelo de educación para los medios.Algunas de las propuestas ofrecidas en el artículo son cambios en la enseñanza obligatoria, en la formación del profesorado y en la investigación educativa.
    Desde mi punto de vista, respecto a las cambios en la enseñanza obligatoria, creo que la educación para los medios debería considerarse como un contenido transversal del currículo y una responsabilidad de todos, e incluso me parece bastante acertado incluir una materia obligatoria específica sobre educación para los medios, ya que todos estamos influenciados por los medios en la sociedad actual, por lo tanto todos deberiamos recibir información al respecto.
    Algo con lo que estoy totalmente de acuerdo es que el enfoque que se ha dado a la integración curricular de los medios en la escuela, ha sido un enfoque puramente tecnológico, olvidando por completo el enfoque crítico, o pasando a un segundo plano. Lo cual es una barrera que hay que superar, el no dejarnos impresionar por el esplendor de las TIC, y ser más críticos con ellas, más reflexivos, en vez de fijarnos unicamente en su tecnología.
    Respecto a la formación del profesorado, tengo que decir que la capacitación de los mismos en el uso y manejo de las TIC les ha sido impuesto, y no conciben esta formación como posibilidad de mejorar, de adaptarse a las nuevas necesidades, sino como una imposición, desde un punto de vista negativo. Es importante que para que la integración curricular de las TIC los profesores esten motivados al cambio, tengan las actitudes necesarias para llevas las TIC al aula, para enseñar a los alumnos a ser críticos y a desenvolverse en una sociedad totalmente digital como la nuestra. Por lo tano, creo que algo fundamental es motivar a los profesionales de la educación, y capacitarles para que sean capaz de lograr en los alumnos una actitud crítica, reflexiva, y no pasiva sobre las TIC, y su influencia en la sociedad actual.
    Para terminar, decir que esta inclusión es tarea de todos, cuanto más colaboración exista mayores serán las posibilidades de mejora.

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  2. Olá/Hola... =)

    Em relação a Intregração curricular das tecnologias da informação e comunicação e educação para os media na sociedade do conhecimento, considero que de facto, estamos perante numa grande evolução tecnologica tem provocado mudanças na forma de como nos relacionamos uns com os outros e também alterações dentro e fora dos sistemas educativos.

    As TIC nas escolas eram inicialmente utilizadas como ferramentas que facilitavam a apresentação e a compreensão da informação, contudo é fundamental não limitar o uso das TIC, mas sim promover uma Educação com os Media, Educação Para os Media e Educação sobre os Media, passando desta forma a ser um objecto de estudo bem como um fenómeno social.

    As TIC permite alcançar os objectivos do processo ensino-aprendizagem, sendo por isso importante em conhecer os futuros Media. Sem dúvida, que é essencial estar-se atento à competitividade e ao avanço tecnológico, devido aos condicionalismos que provocará nos objectivos da educação e nos sistemas educativos. Assim sendo, é necessário desenvolver e estimular competências tecnologicas adequadas para a preparação adequada para a vida, para a alfabetização, para a educação para a vida e para o desenvolvimento pessoal e interpessoal, numa sociedade que está em mudança.


    Besos, y Buen Trabajo... Beijinhos e Bom trabalho a todos... =)

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  3. Buenas Noches... Boa Noite... =)

    Relativamente a integração curricular das TIC e Educação Para os Media na Educação Básica, penso que tal como é referido no artigo de A. Guitiérrez, Na Educação Básica, a Educação Para os Media deverá ser critica e integradora, ou seja, deve ser uma área transversal e uma tarefa de todos salientando assim a importância da alfabetização para o uso das Novas Tecnologias dos individuos para que estes sejam livres e responsáveis pela utilização das TIC.

    Correspondendo, desta forma, a uma área transversal de responsabilidade de todos relativamente ao curriculo, pois em qualquer área de conhecimento pode-se abordar as Novas Tecnologias onde os seus conteúdos podem estar incluidos nas diversas áreas ou mesmo criar disciplinas especificas de educação para os media.

    O contributo de Masterman foi importante pois promoveu o espirito e a reflexão critica sobre como e porque ensinar com os media, apartir daí tem-se estudando as possibilidades de integração curricular da educação para os media.

    A educação para os media, como podemos constatar pelo artigo, reúne principalmente uma das competências chave consideradas pela a União Europeia, a “competência digital”, no sentido do tratamento da informação, do desenvolvimento do espirito crítico nas mensagens que os alunos produzem e recebem. A competência digital é de caracter amplo e intergrador em relação a qualquer meio, assim cresce a enorme necessidade de educação para os media face aos possiveis inconvinientes dos media.

    Assim, os alunos devem de ser capazes não só saber utilizar as ferramentas tecnologicas, mas saber compreender, reflectir sobre a utilização das TIC para potenciar e aproveitar o seu desenvolvimento pessoal e interpessoal assim como explorar o seu potencial educativo e perceber quais as vantagens e desvantagens de utilização.


    Beijinho e um óptimo trabalho.../ Saludos y buen trabajo.... =)

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  4. Hola/Olá... =)

    Sobre a integração curricular das TIC e Educação Para os Media na Formação de Professores...

    A frase chave é “Para não perder o comboio do progresso”...


    É sem dúvida fundamental capacitar e formar os professores para integração e utilização das TIC pois possibilitará a exploração do seu potencial, quer como um recurso quer como um fenómeno social dentro e fora da sala de aula. É importante a formação e a capacitação dos professores para permitir a construção social, através da reflexão e consciencialização do impacto e influência das TIC na sociedade e nas suas vidas bem como sobre as vantagens e desvantagens. Essa capacitação está centrada em trés eixos essenciais: conteudos relacionados com a dimensão laboral e economicas da tecnologia, contéudos relacionados com a dimensão socio cultural que as tecnologias desenvolve, e as questões politicas sobre o desenvolvimento tecnologico.
    A formação dos professores ajuda-os, a serem formados como cidadãos e como pessoas do mundo, remetendo para trés dimensões fundamentais: as competências e conhecimentos sobre o potencial didactico das TIC, conhecimentos sobre o potencial educatico das TIC, e por fim, conhecimentos sobre os contextos/realidade envolvente.
    Destacando-se, que essa formação permite aos professores sentirem-se motivados, e a sentirem-se intregrados no “Novo Mundo” que apresenta novas necessidades, onde os professores juntamente com os seus alunos desenvolvem uma comunidade educativa participativa, reflexiva e crítica face às TIC e a nova era digital que cresce exponencialmente.


    Cumprimentos =)***

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  5. Olá/Hola =)

    Por fim, no que diz respeito a integração curricular das TIC e Educação Para os Media na Investigação Educativa, sou da opinião de que tal como é referido no artigo, que a investigação educativa é fundamental para a compreensão do fenómeno das TIC e da pertinência e a necessidade da Educação para Os Media no qual deve ser interdisciplinar, participativa, critica e transformadora.

    De facto, o paradigma “Investigação- acção colaborativa e participativa” destaca isso mesmo, que a educação para os media deve ser participativa, educativa, critica, transformativa, aberta e interdisciplinar, possibilitanto a participação activa de uma comunidade educativa fazendo isso como uma experiência de aprendizagem educativa.

    É essencial a investigação sobre as TIC e a sua integração nos diversos âmbitos reflectindo sobre a sua influência nos diferentes participantes (professores, alunos, pais, entidades educativas e empresas ligadas às tecnologias), numa perspectiva de melhoramento, e de transformação para a sociedade de conhecimento e sistemas educativos.


    =) *****

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  6. Estamos inmersos en la sociedad de la información y por ello se hace necesaria una educación con, sobre y para los medios. Es cierto que en la actualidad nos estamos centrando casi en su totalidad en las TIC pero ello se debe a que es el medio de incorporación más reciente, tanto en la sociedad como en las aulas, y por lo tanto merece una atención especial.
    Al igual que mi compañera Cristina, creo que la Educación para los Medios podría ser atendida como un tema trasversal pero evidentemente se podría trabajar en mayor profundidad si se introdujese una materia específica. Educación sexual, Educación para la ciudadanía y ahora Educación para los Medios, son temáticas que deben ser abordadas desde la escuela y es por ello que considero que sería prácticamente imposible crear asignaturas específicas para cada una de ellas. En mi opinión el tema podría resolverse fácilmente como se plantea en el artículo: considerando la Educación para los Medios como una responsabilidad de todos los educadores.
    Si partimos de que la Educación para los Medios es una responsabilidad de todos los educadores tendremos que empezar por formarles adecuadamente para desempeñar esta tarea. En los nuevos planes de estudio del profesorado aparece referida la formación del futuro docente en las Tic pero, sin embrago, sigue centrándose más en el conocimiento de las Nuevas tecnologías que en conocer las implicaciones educativas de estas (en el Grado de Infantil sí se recoge). La capacitación del profesorado debe alejarse de programas carentes de sentido que a veces son impulsados desde la propia Administración Educativa y centrarse en la reflexión sobre la presencia de las TIC en nuestra sociedad, sobre su influencia en nuestras vidas o sobre sus ventajas e inconvenientes. De esta forma el propio docente podrá descubrir las Tic y la importancia de su acción para formar ciudadanos críticos.

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  7. ¡Hola / olá!

    Como el artículo indica, es necesario que los medios de comunicación se integren en los sistemas educativos porque son necesarios para vivir en la sociedad. El problema viene en que las políticas y las culturas de los centros, sólo promueven la incorporación de las TIC de forma instrumental o técnica, por lo que el individuo no aprende a ser crítico y reflexivo ante las Tic y los medios en general. Hay que introducir los medios y las TIC en la educación básica desde una perspectiva transversal; creo que este sistema es mucho mejor que incorporarlo como materia, porque se tratan los medios desde todas las áreas de conocimiento. De este modo, se puede lograr un cambio en el alumnado (más reflexivo), y la educación en medios atravesaría todo para llegar a ellos. Asimismo, ha de llevarse a cabo desde un enfoque crítico, evitando que sólo se utilicen los ordenadores.

    La problemática de todo esto viene dada en que muchos docentes están en contra del uso de las nuevas tecnologías y los medios de comunicación en las aulas (nostálgicos de la educación audiovisual), porque se aferran a los viejos paradigmas. Esto es así porque en la mayoría de los centros españoles persiste una cultura educativa muy individual, sin colaboración entre docentes y sin interés por lo que otros profesionales de la educación hacen. Hay que promover la investigación-acción, la investigación educativa porque de este modo los docentes aprenderán a reflexionar sobre su práctica y sabrán qué es necesario para sus alumnos.

    Por último, hay que formar a los profesionales para poder implementar las TIC en educación, pero no como se viene haciendo. Lo primero que se debiera hacer es enseñar el por qué es necesario introducir los medios en general, creando así curiosidad y motivación hacia ello. De esta forma, las destrezas para aprender a usar las TIC vendrán poco a poco y con mayor interés.

    Termino diciendo que para introducir las TIC y los medios de comunicación en general, hay que considerar la educación para los medios en la educación básica, la formación del profesorado y la Investigación educativa en medios como un todo conexo y coherente, no se pueden separar si deseamos que los medios de comunicación y las TIC se integren en la educación.

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  8. EN EL TEXTO ES PALPABLE: LA GRANDISIMA INFLUENCIA QUE, DURANTE SOBRE TODO LA ÚLTIMA DÉCADA DEL PASADO SIGLO (Y LO QUE LLEVAMOS DEL ACTUAL), A SUPUESTO PARA LA SOCIEDAD AVANZADA EL MUNDO DE LAS TECNOLOGÍAS DIGITALES. Y TODO ESTO, JUNTO A LA MASIVA REPERCUSIÓN QUE ESE MUNDO TECNOLÓGICO HA REPRESENTADO PARA TODO EL GLOBO TERRÁQUEO EN TODOS LOS ÁMBITOS SOCIALES, EDUCACIONALES, ECT.. AHORA BIEN, CON TODO LO QUE ESTO CON LLEVA TANTO EN BENEFICIO COMO EN PERJUCIO DE LA EVOLUCIÓN DEL SER HUMANO COMO TAL. ME ALBERGA LA DUDA, EN MUCHOS ÁMBITOS EN LOS ACTUALES MOMENTOS DE "CRISIS" QUE A NIVEL GENERALIZADO, ESTAMOS ATRAVESANDO. YA QUE, PERSONALMENTE CREO QUE LAS CRISIS NO SON TAN SOLO ECONÓMICAS. SON EN TODAS LAS FACETAS DEL SER HUMANO, CREANDOLE UNAS NECESIDADES PROFUNDAS DE RENOVACION. POR EJEMPLO CRISIS DE VALORES, ENTRE OTRAS. ES POR ESTO QUE SE ME PLANTEAN MUCHAS CUESTIONES, PERO SIN DUDA UNA DE ELLAS SERÍA SI TANTA TECNOLOGÍA NOS LLEVARÁ A CREAR UN SER TODAVIA MUCHO MÁS INSENSIBLE, INCOMUNICATIVO.. EN DEFINITIVA MÁS AUTO-DESTRUCTIVO/ DESTRUCTIVO. ESTE COMENTARIO VIENE PORQUE, COMO ES SABIDO EN ANDALUCIA, AL IGUAL QUE EN PORTUGAL SE OBSEQUIÓ GRATUITAMENTE A LOS NIÑOS DE PRIMARIA CON UN ORDENADOR PORTATIL Y ESTO ME PREGUNTO, ¿ES REALMENTE LO PRIMORDIAL? YA QUE CREO QUE, "ANTES DE SEMBRAR UN ÁRBOL DEBERÍAMOS DE HABER ABONADO EL CAMPO" ES DECIR SI NO HEMOS INTRODUCIDO AL EDUCANDO PREVIAMENTE HACIA DONDE SE TIENE QUE IR ENCAMINANDO, PUES SINO ¿PODRÍA SER QUE ANDE PERDIDO?, ¿PODRÍA SER QUE NECESITASE UNA FORMACIÓN MÁS PROFUNDA EN OTROS CAMPOS?. POR ESTA Y OTRAS PREGUNTAS QUE SE ME PLANTEAN, ES POR LO QUE AFIRMARÍA QUE PARA QUE A NIVEL COGNITIVO EL EDUCANDO ESTÉ MÁS PREPARADO PARA TODA LA MASIVA INFORMACIÓN A LA QUE SE DEBERÁ ENFRENTAR. ES POR ESTO QUE DEBERÍAN DE REFORZARSE OTROS ASPECTOS MÁS A NIVEL FORMATIVO.

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  9. REALMENTE, SE ME PLANTEAN MUCHAS DUDAS, PREGUNTAS...EN RELACIÓN TIC-PROFESORADO. EL PROFESORADO, JUNTO CON LA SOCIEDAD, SON PARTICIPES: ¿DE EDUCAR PARA CREAR CIUDADANOS O NO?. PUES SIENDO ASÍ, DEBERIAMOS DE ESTAR EN UN CONTINUO RECICLAJE EN CUESTIÓN A LOS RETOS, DESAFÍOS...QUE SE NOS PODRÍAN PLANTEAR EN RELACIÓN A ESTOS TEMAS. PERO SIEMPRE, Y EN ESTO COMPARTO OPINIÓN CON ALGUNOS COMPAÑEROS EN RELACIÓN A QUE LA ASIGNATURA COMO TAL SERÍA MUY INTERESANTE, LA INCLUSIÓN CURRICULAR PERO CONSIDERO TAMBIEN QUE SE DEBERÍAN DE COMTEMPLAR OTRAS ASIGNATURAS; COMO EDUCACIÓN SEXUAL POR EJEMPLO. PUES EXISTEN MUCHAS CARENCIAS EN OTROS PLANOS EDUCATIVOS.

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  11. Como ya habéis comentado anteriormente, las tecnologías de la información y la comunicación, forman parte de la cultura que nos rodea y con la que tenemos que convivir.
    Entonces, como forman parte de nuestra cultura, debe formar parte de la educación. En el sentido de que la escuela tiene que responder a los retos de la sociedad de su tiempo y preparar a los estudiantes para comprender ese mundo.
    Eso conlleva a una transformación del mundo de la educación, en cuanto a metodologías y contenidos. La educación debe introducir en sus clases las nuevas tecnologías y utilizarlos como recursos didácticos, ya que en futuro todo dependerá de ellas.
    Una tarea muy importante que tienen que llevar a cabo los profesores es replantearse la práctica educativa, y empezar desde el currículo académico introduciendo recursos didácticos innovadores.
    Los profesores tienen que colaborar entre ellos para encontrar las técnicas, estrategias y medios para llevar a cabo este propósito de mejorar la enseñanza y el aprendizaje de los alumnos. Y conseguir despertar el interés en los alumnos por seguir aprendiendo e investigando.

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  12. ¡Hola a tod@s!

    Como ya venís indicando, el vertiginoso avance tecnológico en nuestra sociedad ha cambiado nuestra forma de relacionarnos con los medios. Pero, creo, que no solo es la interrelación con los medios, sino también con el resto de personas, con nuestros amigos, familiares,… la que ha cambiado de manera significativa. Desde mi punto de vista, la llegada de las Nuevas Tecnologías ha provocado que las personas estén constantemente comunicadas y conectadas, gracias al uso de la telefonía móvil o de las redes sociales en la Web, como las conocidas Facebook, Tuenti o Twitter. Sin embargo, estas relaciones actuales, caracterizadas por ser virtuales, pueden ser frías y distantes, pues los individuos no están presentes durante la comunicación y se pierden aspectos tan relevantes como los gestos, las miradas, o las caricias, que forman parte de la comunicación no verbal, a través de la cual, se pueden transmitir muestras de cariño y afectividad. Incluso puede que nos hayamos convertido en seres más individualistas, sin tener la necesidad de relacionarnos con los demás, simplemente con el ordenador, que puede llegar a “sustituir” a nuestros verdaderos amigos.

    Estos avances han cambiado nuestra forma de vida, y lo seguirán haciendo, por lo que debemos integrar las TIC en el aula, al igual que están integradas en el resto de la sociedad, pues nos rodean allá donde vamos.

    Si las integramos en el aula, debe hacerse de manera transversal e interdisciplinar, no como una asignatura ajena a las demás, pues si así se hiciera, conseguríamos que nuestros alumnos tuvieran grandes conocimientos técnicos al respecto, pero no actitudes críticas y de reflexión ante los medios. Por tanto las TIC se han convertido en una tarea y compromiso de todos los que formamos parte de la comunidad educativa.

    Pero integración de las TIC en el aula no significa dotar a una clase con ordenadores, sino educar con, sobre y para los medios. Estamos cansados de ver centros educativos con suficientes recursos tecnológicos que no son utilizados por falta de tiempo, por la escasa formación del profesorado o porque éste considera que los nuevos avances surgidos, entorpecen su trabajo y prefieren seguir con sus métodos tradicionales. Son los conocidos “nostálgicos de la educación audiovisual”.

    Es por ello por lo que el profesorado debe tener una formación adecuada, pero quizás lo más importante (como ya indicaba Cris), es que tenga motivación e interés hacia el uso y aprendizaje relacionado con las TIC, pues si le es impuesto (como sucede en la mayoría de las ocasiones), los resultados no serán los esperados y el profesorado se sentirá reacio a la utilización de las TIC en sus materias. Incluso creo que algunos de ellos pueden tener “miedo” de emplearlas, al pensar que sus alumnos están más digitalizados que ellos.

    Y aunque siempre se nos diga que debemos estar formados en los medios, ¿Cómo es realmente esa formación? Creo y como ya señalaba Cristel, que los profesores tienen mucha formación técnica sobre lo qué son las TIC, pero no una formación práctica de cómo utilizarlas educativamente en sus aulas.

    Debemos estar continuamente formándonos, reciclándonos y adaptándonos a los nuevos avances que surjan en nuestra sociedad. Debemos estar dispuestos a trabajar en equipo y a fomar parte de una cultura colaborativa. Solo así podremos llegar a una verdadera Sociedad del Conocimiento.

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  14. Chicas e Chicos! :)

    Importância das TIC e da Educação para os Media na Sociedade do Conhecimento: Porquê?

    A integração curricular das TIC e da Educação para os Media na sociedade do conhecimento é, como todos prevemos, importante pois a evolução, ao nível das tecnologias, com que nos deparamos é imensa e tem suscitado muitas questões e/ou alterações num aspecto crucial nos dias de hoje: a educação.
    Nomeadamente, as TIC são utilizadas a maioria das vezes como suporte para ensinar e/ou aprender, mas a verdade é que estas têm mais utilidade e podem servir para diversos tipos de aprendizagem e ensino, para promover e/ou facilitar aprendizagens a quem seja difícil obter conhecimentos das formas mais usuais.
    O tempo é de mudança. E é importante que, ao mesmo tempo que a tecnologia vai sendo cada vez mais avançada, as pessoas acompanhem esse avanço ao ponto de ser possível fazer um grande uso das TIC e, também, Educando para os Media. A sociedade do conhecimento é composta por todos, e todas as ferramentas que sejam utilizadas para melhorar e facilitar o ensino-aprendizagem são uma mais-valia para quem adquire os conhecimentos, de forma muitas vezes mais eficaz, simples e pertinente.

    Bom trabalho!

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  15. Perspectiva de A. Gutiérrez relativamente à Educação Básica:

    O modelo que A. Guitiérrez descreve é, como o próprio indica, uma proposta de alfabetização múltipla, de educação para a vida, para a felicidade e desenvolvimento pessoal demonstrando, desta forma, que existe uma preocupação relativamente à alfabetização para o uso das tecnologias. Assim, e como o autor afirma, existem possibilidades de que integrar a educação para os media incluindo as Novas Tecnologias em diversas áreas, pois em qualquer área este assunto pode ser referido, tratado ou até usado para o ensino-aprendizagem. Além disso, também a educação para os media pode ser considerada como um conteúdo transversal ao currículo, sendo considerada uma responsabilidade de todos.
    O importante aqui, penso que seja o facto de o autor demonstrar a vontade de que qualquer professor aborde, independentemente da sua área de estudo, os meios de comunicação e as novas tecnologias pois estas questões podem inserir-se e adaptar-se a qualquer assunto, sendo a maioria das vezes utilizadas durante as próprias aulas.
    Quando as tecnologias são utilizadas para, através delas, fornecer conhecimentos é possível desenvolver um espírito crítico por parte dos alunos. Desta forma, estes devem ser capazes de, além de usarem e fazerem o melhor uso das tecnologias fornecidas, compreenderem o porquê da utilização das TIC como forma não só de ensino mas, também, como possível ferramenta do seu próprio desenvolvimento pessoal como o autor indica.

    Bom trabalho!

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  16. Perspectiva de A. Gutiérrez relativamente à formação de professores
    Como já foi referido pelas colegas, e como o próprio autor do artigo nos refere, a frase essencial é “para no perder el tren del progreso”. De facto, é crucial que, actualmente, os professores sejam capazes de utilizar as TIC não só como suporte para o ensino, mas também para usufruírem das suas vantagens no dia-a-dia.
    Segundo Bautista, este cita alguns conteúdos próprios para a capacitação do docente centrando-os em três conteúdos cruciais: conteúdos relacionados com a dimensão económico-laboral das tecnologias; conteúdos relacionados com a dimensão politica do desenvolvimento tecnológico e, por ultimo, os conteúdos relacionados com a dimensão sócio-cultural do desenvolvimento das tecnologias.
    A formação que os professores recebem é uma ajuda para os mesmos, motivando-os e a fazerem-nos sentir integrados no mundo das tecnologias. Não será só o professor que deverá fazer um uso consciente das TIC, mas sim estes juntamente com os alunos, para que a comunidade educativa seja, de facto, cada vez mais motivadora e mais tecnológica.

    Bom trabalho!

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  17. Perspectiva de A. Gutiérrez relativamente à Investigação em Educação:

    No que se refere à integração das TIC e da Educação para os Media na investigação em educação, estas são importantes para a investigação de carácter educativo, pois deve existir um entendimento crítico e participativo no que se refere às TIC e à precisão da Educação para os Media.
    As TIC são, como já referido, um suporte essencial quer para os professores e alunos mas, também, para os pais e tudo o que esteja ligado ao foro educativo. Desta forma, deve existir uma inclusão e compreensão do porquê das TIC e da Educação para os Media na sociedade de hoje, que é uma sociedade dominada pela tecnologia e conhecimento e que, principalmente, deve ser o mais possível educativa.

    Bom trabalho!

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  19. Hola ;)

    No plano da formação de professores deverá ser tido em conta a importância de potenciar nos professores a competência de saber escrever multimédia (algo que os seus próprios alunos poderão dominar, uma vez que são nativos digitais) e sobretudo, ler criticamente a informação disponibilizada pelos media.

    Existe necessidade de capacitar os professores para o uso e “manejo” das TIC como consequência directa das constantes mudanças tecnológicas e da necessidade de constante actualização, e por isso, torna-se obrigatório a formação a este nível. Contudo, verifica-se que a formação não favorece (ou favorece muito pouco) a utilização crítica das TIC no sentido de procurar respostas para várias questões, entre as quais: qual o impacto das TIC na sociedade actual, na nossa vida, quais as suas vantagens e desvantagens. Há que superar a mera preparação tecnológica e didáctica.

    As três dimensões mais importantes para a formação de professores em TIC são, segundo Gutiérrez (1997) as seguintes: potencial didáctico das TIC, ou seja, conhecimentos e competências sobre as potencialidades das TIC enquanto recursos que poderão ser utilizados para facilitar a aprendizagem; potencial educativo das TIC, isto é, conhecimento do currículo oculto, das implicações da utilização das TIC no sentido (des)educativo da sua utilização; e conhecimento dos contextos escolar e social.

    É claro que para a formação tem um maior impacto (e sustentabilidade) quando os professores estão mais abertos a esta. E isso, verifica-se ainda na actualidade que, apesar da grandes mudanças da sociedade no que se refere às transformações e utilização das TIC, existem ainda muitas pessoas, inclusive professores, que lhes tentam resistir.

    Continuação de um óptimo trabalho!

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  20. Olá/Holá :)

    Por fim, no que concerne à integração das TIC e da Educação para os Media na investigação educativa podem ser feitas as seguintes consierações:

    - O paradigma subjacente à educação para os Media é o da “investigação-acção colaborativa e participativa” devendo ser uma investigação participativa e educativa; crítica e transformadora; e aberta e interdisciplina;

    - A investigação deverá ser realizada com todos os membros da comunidade educativa (professores, pais e alunos) que participam em todas as fases do processo de investigação através da sua experiência de aprendizagem educativa;

    - Tem em conta a realidade educativa e social, procurando encontrar formas de melhorar a prática educativa para benefício de todos, sobretudo, para os alunos cuja qualidade de ensino influencia o seu progresso ao nível da construção de conhecimento e aquisição de competências;

    - Deve ser realizada com o contributo de uma equipa multidisciplinar, nomeadamente, pedagogos, empresas multimédia, engenheiros informáticos e sociólogos, pois a colaboração em diversos sectores aumenta as possibilidades de transformação e melhoria.

    Beijinhus*

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  21. Olá, olé :D

    “A Educação para os Media na educação básica deverá ser digital, crítica e integradora” (A. Guitiérrez, 2010, p. 141).

    A integração curricular da Educação para os Media pode verificar-se a diferentes níveis: inclusão dos conteúdos (dos Media) em distintas áreas curriculares; criação de disciplinas específicas para o estudo dos Media; e a Educação para os Media enquanto conteúdo transversal ao currículo, sendo, desta forma, da responsabilidade de todos os professores/educadores a sua integração.

    Estas formas de integração no currículo da Educação para os Media permitem: desenvolver a capacidade crítica sobre as mensagens que recebemos e enviamos através dos media; desenvolver competências básicas de utilização das fontes de informação, com sentido crítico, para assim, adquirir novo conhecimento; e adquirir competências tecnológicas (de informação e comunicação).

    A abordagem integradora (da vertente crítica e tecnológica) assenta no pressuposto de que a competência digital possui um carácter amplo, tratando-se de “qualquer meio de receber e enviar informação” (A. Gutiérrez, 2007, p. 149). Uma vez que a actual geração de crianças e jovens (na grande maioria) domina as TIC não necessitarão de formação a este nível, mas sim no que diz respeito à utilização conscientizada da informação, sendo a esse nível que os professores (de todas as disciplinas). Essa capacidade tecnológica e crítica deve estar também subjacente à criação multimédia (ser consumidor e fornecedor de informação) e esse é um dos desafios da educação.

    Bom trabalho para vós*

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  22. Hola a tod@s! Buenas noches!

    Antes de entrar, especificamente, nos contextos do ensino obrigatório, da formação de professores e da investigação educativa gostaria de referir um aspecto que achei importante no artigo de Gutiérrez.
    Ele refere que houve uma fase passageira em que a aprendizagem estava centrada na ferramenta tecnológica em si e não nos conteúdos curriculares.
    Pego nisto para dizer que de facto temos que ter esta consciência. A ferramenta tecnológica só por si "não importa" em educação. O que é crucial é o uso educativo que lhe damos, recorrendo a ela como meio de transmissão de conhecimentos e como factor motivador para alunos e professores. A educação e os profissionais que nela trabalham tem que compreender a tecnologia como um recurso importante e de grandes vantagens, desde que não sejam esquecidos os conteúdos específicos de cada área pedagógica.

    Remetendo-me agora para a educação obrigatória o artigo refere a possibilidade de integrar a educação para os media em disciplinas das diversas áreas e em disciplinas especificas de estudos dos media, sendo que esta deve ser transversal e uma responsabilidade de todos.
    Refere ainda que qualquer professor pode abordar a temática das novas tecnologias mesmo não sendo essa a sua área de ensino.
    Pessoalmente concordo com estas possibilidades de integração do estudo dos media e das novas tecnologias. Coloco só umas questões que penso que sejam pertinentes... Será que há espaço nos currículos do ensino obrigatório português para mais uma temática? Estarão os professores disponíveis e preparados para abordar uma nova temática?
    Acho que seja bastante pertinente educar os alunos para uma utilização correcta, conhecedora e responsável das novas tecnologias. Nesse sentido, penso que uma solução possível no nosso sistema de ensino é a introdução de temáticas de educação para os media na disciplina de tecnologias de informação e comunicação. Penso que esta será a área mais adequada para a introdução desta temática, pelo menos numa primeira fase.

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  23. Ol@

    Uma vez que nos encontramos numa sociedade em constante mudança e evolução, também a educação tem evoluindo e sentido a necessidade de se adaptar às novas formas de educar. O uso das tecnologias surge como uma dessas formas de ensinar. No entanto é preciso educar para o seu uso, emergindo assim a Educação para os Media como sendo uma tarefa de todos os educadores – “qualquer professor pode desde a sua área de conhecimento abordar o estudo dos meios de comunicação e das novas tecnologias” (Gutiérrez y Hottmann, 2006, cit. por Gutiérrez, 2007, p. 147), funcionando assim como uma área transversal ao currículo e da responsabilidade de todos, para além disso “A Educação para os Media na educação básica deverá ser digital, crítica e inovadora” (Gutiérrez, 2007, p. 141).
    As tecnologias devido à sua grande dimensão, poderão ser utilizadas para transmitir conhecimentos aos alunos, incutindo-lhes mais facilmente um espírito crítico e reflexivo para o seu uso consciente; desenvolver competências básicas para a sua utilização, ao mesmo tempo que lhes permite obter competências de manipulação das ferramentas da informação e comunicação.

    Beijinhos e bom trabalho! *

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  24. Ol@

    Relativamente à integração curricular das TIC e da Educação para os Media na formação de professores, é necessário termos em atenção que os professores desempenham aqui um papel fundamental, uma vez que é a eles que cabe a tarefa de ensinar e educar os seus educandos para o uso das TIC, desta forma é essencial capacitar primeiro os professores para o uso e manejo das TIC, de maneira a que estes as possam utilizar enquanto uma ferramenta de ensino, assim como possam desfrutar das suas vantagens no seu dia-a-dia aumentando a sua qualidade de vida.
    Segundo Gutiérrez (1997) existem 3 dimensões principais que devem ser tidas em conta na formação dos professores em TIC:
    (i) Reconhecer o potencial didáctico das TIC – conhecimentos e competências sobre as potencialidades das TIC como recursos didácticos;
    (ii) Reconhecer o potencial educativa das TIC – conhecimento do currículo oculto, ou seja, das implicações e consequências das TIC, quer na educação formal como na educação informal;
    (iii) Conhecer os contextos (escolar e social).
    Assim, é necessário que os professores estejam atentos e dispostos a actualizarem-se constantemente consoante o ritmo com que a própria sociedade e as tecnologias vão evoluindo, de maneira a que esta aprendizagem acabe por se transformar em vantagens para ambas as partes (professores e alunos), uma vez que para os docentes lhes permite trazer conhecimentos novos e para os alunos despertar-lhes-á uma maior motivação para aprender.

    Beijinhos e bom trabalho! *

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  25. Ol@

    Para terminar é importante reflectir sobre a integração curricular das TIC e da Educação para os Media na investigação educativa. Assim, é imperativo considerar que a investigação em educação deverá ser de tipo investigação-acção, ou seja, preocupada em ser participativa e interactiva, colaborativa e cooperativa, crítica e aberta, uma vez que “A Investigação-acção é um excelente guia para orientar as práticas educativas, com o objectivo de melhorar o ensino e os ambientes de aprendizagem na sala de aula.” (R. Arends). Desta forma, a investigação deverá ser feita e ter em conta todos os membros pertencentes à comunidade educativa, desde pais, professores e alunos, com o intuito de melhorar as práticas dos diversos campos de acção favorecendo todos os implicados no sistema educativo.
    As TIC vão continuar a evoluir, por isso, é imperativo compreendê-las e inclui-las no nosso sistema de ensino, reflectindo sobre o seu impacto, de maneira a produzir mudanças positivas na sociedade e na escola.

    Beijinhos e bom trabalho! *

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  26. ¡Hola chic@s! Olá!
    Vivimos en una sociedad, en la cual los medios de comunicación, cobran mucha importancia, ya que todos estamos influenciados y estamos en contacto día a día con los medios de comunicación, a través de redes sociales, móviles… Y es fundamental una formación sobre los medios.
    Al igual que mis compañeras, pienso que la Educación para los Medios podría ser atendida como un tema trasversal, desde la educación básica, para formar ciudadanos críticos, motivar a los alumnos, hacerles participes con los medios, que vean la importancia de estos en el aprendizaje, etc…pero sobre todo concienciar y educar sobre, y para los medios de comunicación.
    Para ello creo que los primeros que tienen que formarse, en la educación para los medios, son los profesionales, que estén capacitados, que se impliquen, que formen y eduquen a sus alumnos de manera crítica, reflexiva, que vean la importancia que tiene los medios de comunicación en el aula para la enseñanza-aprendizaje, y no verlo (como apuntan mis compañeras) como una imposición. Es importante la motivación y la información al profesorado, para la integración de las TIC, ya que hay profesionales que no las utilizan, bien sean por miedo, por desconocimiento…
    Desde mi punto de vista, la escuela, también debe proporcionar, cursos de información y formación para el profesorado, no basta con tener las aulas llenas de ordenadores o con las mejores tecnologías, si luego no hay un correcto uso de ellas.
    Por lo tanto, lo fundamental es el uso educativo de estos medios, como un factor de motivación para los alumnos y profesores y usándolos como un medio de transmisión de conocimientos.
    Finalmente decir, que la integración de los medios de comunicación en la escuela es tarea y colaboración de toda la comunidad educativa.

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  27. Hola a tod@s!!!!

    De acuerdo con el resto de mis compañeras, he de decir que me parece de vital importancia la educación en y para los medios, ya que se ha convertido en un gran avance para la sociedad, y debido a esto debemos prepararnos y preparar en la medida de lo posible, por lo que estoy totalmente de acuerdo con que el primer paso sería motivar y formar a os formadores, para que estos a su vez creen una actitud crítica, reflexiva y de entendimiento ante los medios, con el fin de que sepan interpretar la realidad y no den por cierto todo lo que estos medios nos presentan.
    Por otro lado, he de decir que también estoy de acuerdo en que esta materia se trate de forma transversal en las escuelas, y centros educativos, ya que es de vital la formación ante estos avances, pero para ello necesitamos la colaboración de todos, porque no es tarea de un unico profesional, sino todo lo contratio cuanto más colaborativo sea el trabajo realizado, mayor eficacia obtendremos.
    Para finalizar, considero que esto va a ser una tarea algo complicada, ya que supone romper con muchas barreras existentes; e integrar esto dentro y fuera del aula no sólo como algo complementario sino como algo que es necesario para el día de hoy y el mañana, pero entre todos lo podemos lograr.

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  28. Hola de nuevo¡¡¡
    tal y como dije en un principio considero fundamental la formación en los medios, pero creo que esta educacion o formación está centrada en la tecnología, en el conocimiento técnico pero tal y como han dicho algunos de mis compañeros lo importante es que se centre en como utilizar dichas tecnologías como material didáctico. Por lo tanto no hay que achacar toda la culpa a los profesores, sino pensar si la formación que reciben es la correcta.
    Desde mi punto de vista creo que esta formación debería reorientarse, y ser capaces de ver las grades posibilidades educativas que ofrecen las nuevas tecnologías.
    Esta tarea es responsabilidad de todos, por eso asignaturas como pedagogía de los medios de comunicación son una iniciativa para alcanzar el objetivo que desde el punto de vista educativo intentamos lograr.

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  29. Buenas tardes/ Boas tardes...

    Primero, me gustaría dar mi opinión sobre la lectura recomendada para el foro para más tarde opinar sobre alguno de los comentarios de mis compañeras y compañeros

    Para comenzar, las TIC se han incorporado al aula con una facilidad grandiosa, rindiéndonos ante este modelo en el que, quizás, muchas veces nos olvidemos del fin de la educación y nos centramos en la forma (informatizada) de hacer las cosas. Por lo tanto estaríamos ante un problema de (forma-fondo), siendo importantes los dos no debemos invertir los papeles, sí igualar, pero no dar más importancia a la forma ( la cual pueden proporcionaros las TIC, al fondo).

    En cuanto a las propuestas de cambio con respecto a la enseñanza básica, los medios deben integrarse de todas las formas posibles, de manera específica en las asignaturas, en el aula, el centro y de manera transversal en todas las áreas de la vida de la comunidad educativa. Deben tener carácter crítico e integrador de tal manera que seamos capaces de crear un alumnado que conviva con las TIC pero que no sea un usuario pasivo de las mismas, sino activo y participativo en el propio proceso que estamos viviendo. Por otro lado al profesor se le debe formar en el uso de las TIC en el aula y en la sociedad ya que avanzan paralelamente ambos aspectos pero no de la misma forma, hemos de distinguir la formación del profesorado en las TIC para ser crítico (constructivo) con las mismas y poder integrarlas de manera eficaz en la escuela y en la comunidad. Para terminar con el texto, en cuanto a la investigación educativa digital se deben tener en cuenta tres aspectos clave. Esta debe ser Educadora-educativa, cercana, crítica, transformadora y generadora de cambio para poder trabajar en red ( El mayor ejemplo lo tenemos en este foro, Salamca y Coimbra trabajando juntos en un proyecto común).

    Para terminar, quiero hablar sobre las opiniones de mis compañeros y compañeras tanto de Salamanca como de Coimbra destaco y comparto las opiniones de Cristina, Cristel y Desiré, las cuales expresan el deseo del uso de las TIC de manera integradora, de manera específica y transversal, y destacan la importancia de la motivación del profesorado ante este reto de la actualidad. En cuanto a Marta, Amor, Laura y Anni comparto la importancia de no desmarcar las TIC de la sociedad y de la escuela ya que paralelamente podemos educar en las dos y crear ciudadanos con capacidad crítica.

    Para terminar me gustaría dar mi opinión sobre alguno de los compañeros y compañeras de la Universidad de Coimbra. Relevante son las opiniones de Daniela, Patricia y Alexandra, me sumo a ellas en el tema de dar sentido al uso de las TIC en el aula y saber porque formamos en, con, por y para ellas. Y por último no quiero dejar de pasar la idea que nos transmiten Noemi, Joana y Marta sobre la invetigación en educación digital y la importancia de indagar en estos campos los cuales utilizaremos a lo largo de nuestra formación como educadores y educandos.

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  30. Estoy totalmente de acuerdo con mi compañera criss, en que los profesores no son los culpables en la totalidad de la cuestión, ya que a ellos son los que más problemas se le presentan, porque no solo basta con adquirirlos, sino que luego tienen que trasmitirlos, y esto puede llegar a ser complicado ya que aquellos profesores que han llevado siempre la misma metodología en sus clases, les es dificil cambiar de golpe, por ello debemos dar tiempo y oportunidad para que se adquiera de manera correcta esta formación, ya que toda innovación requiere un período de cambio, y este periodo de cambio es esencial, y como su propio nombre indica requiere tiempo material para su adquisición.

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  31. HOLa Equipo!

    Desde mi punto de vista no creo que haya que tratarlo de manera transversal. Pensarlo bien, todo lo que se da de manera transversal se da mal y por encima. Y como bien decis y opini igual, los medios tienen una gran importancia hoy en día en nuestra sociedad, y creo que seguira aumentando esto a medida que seguimos invirtiendo descontroladamente en nuevas tecnologías, y digo nuevas porque van evolucionando. Si antes teniamos un ordenador como una habitación de grande, hoy tenemos una pantalla y desde hay lo hacemos todo.
    Creo que deberia ser paralela la educación en cualquier materia y las tecnologías. No que se separen en materias porque así educamos a parte, es como que lo separamos de la educación formal. Parece que por una lado tenemos matemáticas, por otro ciencias...y por otro medios de comunicación. El gran problema, que no van a saber relacionarlo. El problema con el que nos encontramos siempre es que no enseñamos a conectar contenidos, si separamos esta tampoco sabran conectarlo y creo que el fin final es que sepan relacionarlo todo y puedan así crear una opinión critica personal.

    Tampoco creo que este en manos de los profesores solo, padres y sociedad deberían cambiar el chip. Estamos creando niños sin sentimientos, sin criterios, sin personalidad. Esto tienen que entrar en la mente de todos y cada una de las personas que habitamos en el mundo y concienciarnos en cambiar esto. Necesitamos gente original, critica, habil y activa.
    Por el camino en el que vamos, esto esta a años luz.

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  32. Hola familia!!!!
    Pues al hilo de lo expuesto en este foro, me niego a repetir lo que ya han escrito aquí los compañer@s o a resumir o dar mi opinión acerca del artículo, porque la comparto creo que se ha tratado anteriormente con creces y más de lo mismo no enriquecería este foro ni la reflexión, así que voy a partir de la parte de la que habla Amor, que la sociedad se está haciendo más fría, distante, individual, que sesgan la comunicación, porque debemos recordar, que lo que expresamos por palabras es apenas un 20% de lo que comunicamos las personas, ya que con los gestos, el lenguaje corporal, con el que habla el subconsciente, dice mucho más que las propias palabras, y todo eso se pierde en las redes sociales, así ha llegado a existir ciberacoso sexual, nuevos delitos, gente que se enamora por chat… situaciones que se han generado desde las nuevas tecnologías, con un importante cambio de las relaciones sociales, en las cuales la educación, toda, no sólo la formal, tiene bastante que decir en este aspecto, siguiendo lo que dice el artículo y el resto de compañer@s, ya que es necesario dotar a la sociedad de recursos para identificar y tratar estas situaciones para que no caiga en un problema mayor.

    Acerca del tema de cómo deberían tratarse las TIC en educación, estoy completamente de acuerdo con Garazi, no es suficiente tratarlas transversalmente o en asignaturas optativas, en estos momentos la sociedad de la información hace necesaria la alfabetización digital de las que se nos habla en el artículo, y como hemos visto a lo largo de la asignatura, no sólo de internet, sino de otros más medios, ya que son una manera importante de transmisión de la cultura dominante, así de que son las armas estratégicas que utilizan las multinacionales para crear consumidores eficaces, sin intereses en los verdaderos valores educativos que tienen que primar a la hora de formar personas para su vida en sociedad, ya que sus intereses son sacar beneficio, y nos conocen mejor de lo que nosotros nos conocemos a nosotros mismos, por lo que consiguen resultados muy eficaces. Con los ideales que transmiten, además de crear competitividad, envidias, ser el origen de enfermedades como la anorexia, vigorexia… debido a que muestran la visión sesgada y estereotipada de la sociedad, creando frustraciones importantes en la vida de las personas, y todo esto me resulta una situación lo suficientemente importante para que en la educación formal haya asignaturas específicas que formen a las personas en este sentido, ya que es algo más importante que aprender a leer un periódico o a manejar internet, son la base de una importante problemática social de dimensión lo suficientemente grande para que sean tratadas con la importancia que se merece.

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  33. Buenas..
    A educação para, com, sobre os media, favorece a constituição de uma sociedade baseada no conhecimento e uma sociedade informada, característica fundamental das sociedades competitivas.
    Hoje em dia é inevitável a presença das novas tecnologias da informação e comunicação. Primeiro porque é necessário acompanhar o “percurso” da sociedade global.
    Segundo porque uma sociedade competitiva tem que ser uma sociedade informada e desenvolvida tecnologicamente.
    O melhor contexto para formar e educar com, para, e sobre os media é na escola.
    Também concordo com a integração do TIC no ensino básico, pois com a faixa mais jovem utiliza bastante as Tic, é necessário educar para uma boa utilização.
    Quanto à forma como essa integração é feita, julgo que é mais vantajoso (economicamente e gestão recursos humanos) que seja um conteúdo transversal em todas as disciplinas e da responsabilidade de todos os professores

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  34. Rebeca Garrote (no puede acceder desde su cuenta) dice:
    Como bien indican mis compañer@s en los comentarios anteriores, la influencia que están cogiendo los medios de comunicación en el contexto educativo, va cada año en aumento, y eso no lo podemos dudar, ya que estamos siendo bombardeados continuamente por alguno de estos medios, sea el contexto que sea, por el cual nos movemos; y así nos lo patente la actual ley educativa -LOE- , en uno de sus artículos.

    Por ello,como bien apunta en el artículo Gutiérrez, es importante que desde el contexto educativo, los medios de comunicación sean tratados como materia transversal. Si ya desde las primeras etapas del sistema educativo, los más peques, son reforzados con temas transversales que impregnan el currículo de la etapa infantil, en temas como por ejemplo educación para la salud, educación para la igualdad de oportunidades entre ambos sexos, ¿porque no hacer lo mismo con el tema de la formación en los medios de comunicación???, si es una demanda que la sociedad está pidiendo ….

    Ahora bien, por un lado se encuentra la demanda de la sociedad, pero no podemos perder de vista, el extremo de aquellos profesionales docentes, que son los que pueden, en cierta medida, llevar a cabo todas las intenciones educativas ( sin perder de vista el resto de la comunidad educativa: padres, madres...); por eso, pienso que es importante la formación del docente en esta materia, su motivación, su entrega hacia la consecución de los fines; y no mucho menos importante, considero el que el profesor cuente con los medios necesarios ( y su correcta utilización y manejo) para llevar a cabo todo lo anteriormente propuesto.
    Para ello, considero necesario la continua formación del docente, su investigación en proyectos que tengan que ver con los avances que en la sociedad están ocurriendo: solo así, será un profesor renovado, colaborador con el resto del equipo docente.

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  35. Hola!!

    Para comenzar, manifestar mi acuerdo con las opiniones vertidas por mis compañeros en tanto que las TIC con cada vez algo más presente en nuestras vidas. No hay más que fijarse en la evolución de las mismas para ver como su peso es cada vez mayor, pues si en sus inicios solo se utilizaban como herramienta de trabajo, en la actualidad son esenciales para la vida social.

    La transversalidad parece ser una propuesta apropiada para una solución a corto plazo, sin embargo, como bien dice Garazi, gran parte de las materias transversales se imparte de forma pobre, por lo que desde mi punto de vista, corremos el riesgo de que ante unos malos resultados el docente quede desmotivado y más perdido que antes. Sabemos como profesionales de la educación que somos que la motivación es clave para cualquier aprendizaje, por lo que creo que un primer paso sería vencer esa reticencia mentalizando al profesor de la utilidad de estas herramientas en el aula, haciéndole reflexionar sobre ello, para que a medida que nos aproximemos a una postura más positiva ir introduciendo paulatinamente la formación en este campo, ya que es un hecho que la imposición de la misma es contraproducente.

    Asimismo, no hemos de olvidar que muchos de los educandos manejan estos instrumentos de una forma casi innata, lo que es fuente de insatisfacción del profesorado. Ante este hecho y en unión con lo que decía de la transversalidad, mi propuesta de formación se encaminaría no solo a lo que decía antes sino también hacia una actividad formativa más intergeneracional, es decir, que sean los propios alumnos quienes enseñen sus conocimientos en TIC a aquellos profesores que presenten más dificultades, lo cual nos ayudaría a derribar las estrictas barreras profesor-alumno y a reducir el temor de los primeros ante la superioridad de los últimos en cuestión de TIC.

    No hemos de obviar que para todo esto es necesario la intervención de todos los agentes educativos, así como una buena inversión y uso de los recursos, ya que es inútil innovar en el aula con cosas como la introducción de ordenadores si éstos no se utilizan pertinentemente o si los profesores no tienen los recursos necesarios para hacerlo.

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  36. Ola a tod@s..
    Hola a tod@s...

    Um factor chave e fundamental nesta aventura da introdução/utilização das TIC em meio educativo são os professores. São estes que vão trabalhar com os alunos e por isso devem estar preparados para acompanhar a evolução tecnológica, tanto ao nível da educação como ao nível dos próprios alunos, que se encontram integrados nestas mudanças.
    Para que possam acompanhar então esta mudança devem estar informados e formados para tal. Para que a formação possa resultar os professores devem estar abertos para tal e devem sentir isso como uma "necessidade", se assim se pode diz. Nos adultos já sabemos que a aquisição de novos conhecimentos funciona melhor se eles sentirem que essas novas aprendizagens são pertinentes, construtivas e fundamentais para a vida.
    Penso que a formação deve ser focada na apresentação de tecnologias que podem ser úteis em contexto de aula e que, também, possam ser trabalhadas com os alunos.
    O desafio que se põe hoje é que o professor se forme não para ser a única fonte de conhecimento tecnológico mas que trabalhe e aprenda cooperativamente com os seus alunos.

    Em suma, a aprendizagem e o recurso as Tic não deve ser imposto nem a alunos nem a professores mas sim um assunto a reflectir de modo a compreender as vantagens e capacitar os professores para a sua utilização cooperativa com os alunos.

    Boa noite a tod@s!
    Buenas nocher a tod@s!

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  37. Hola, buenos días/bom dia

    Quería apoyar el comentario de Miguel, cuando te he leido he pensado "con dos cojo***", pero creo que la sociedad hace que todo lo que tenemos no valga nada, y que deseemos aquello que no tenemos.
    "QUE FELIZ SERÍA YO CON LO QUE NO TENGO"
    Y eso que no tenemos es un coche, una casa, un buen sueldo, una pareja, el ultimo jersey de D&G...eso que no tenemos es lo-que-no-tenemos, algo no posible.
    Si consiguieramos tener lo-que-no-tenemos no seriamos felices, porque al tenerlo ya no es lo-que-no-tenemos, y solo podriamos ser felices teniendo lo-que-no-tenemos.

    Esto desconcierta a cualquiera,pero diria que afecta más a niños y adolescentes, en los que esto influencia de lleno. Y esto por si fuera poco golpe y desconcierto, se transmite por todos y cada uno de los medioas de comunicación, todos! no queda uno libre. Saturan de publicidad, de imagenes con canones de belleza predeterminados (si estas fuera del canon,lo-que-no-tienes afecta a nivel mental de tal manera que caes en una enfermdad absurda -> absurda no por la enfermedad sino por lo que se crea, se deja de comer para ser un chupachups, por favor! comer es esencial!!)

    Nos obsesionamos por ahorrar, ahorrar para que? comprarnos después mucha ropa, un coche, una entrada para un piso, el movil de ultima generación capaz de mandar datos a gran velocidad, que nos absorve las neuronas y nos hace sentir superiores al resto hasta que vemos el movil de los demás, después que?
    "CULO VEO CULO QUIERO"

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  38. Bom dia a todos,

    Relativamente à integração curricular das TIC e Educação para os Media na educação básica, concordo com o que o autor do artigo refere, e que os meus colegas tão bem reforçaram nos seus comentários: esta de facto deve ser obrigatória, e terá que ter estas características essenciais - o de ser digital, crítica e integradora. Na verdade a Educação para os Media deverá ser transversal, pois trata-se de uma competência essencial para a sociedade actual, não devendo esta educação basear-se apenas em competências técnicas, mas também apelar à reflexão sobre os meios de comunicação, e da influência que estes têm sobre nós enquanto individuos, sobre nós enquanto cidadãos na era da informação. Há que ver para além da falsa transparência dos media, para que estejaos mais aptos para exercer a nossa cidadania, para fundamentarmos de forma mais consciente e fundamentada a nossa opinião.A Educação para os Media poderá assim tornar-se como uma via para uma cidadania mais activa e fundamentada.

    A integração das TIC e da Educação para os Media acarreta mudanças na escola, e não forma de pensar e de agir dos seus intervenientes, sendo este um grande desafio a superar.

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  39. Bom dia,

    Uma peça essencial do sistema educativo são os professores, e de modo a que integração das TIC e da Educação para os Media seja eficaz, à que trabalhar com estes actores. Gutiérrez(2007) refere que dentro das competências menos valorizadas pelos professores estão os conhecimentos de informática relativos ao âmbito de estudo e a capacidade de gestão da informação. Estas crenças generalizadas poderão, e serão certamente, uma barreira para Educação para os Media, pois sabe-se que muito do modo de como os professores exercem a sua profissão é guiada pela sua estrutura de significados que guia a sua experiência. É assim essencial que a formação de professores não se limite à aquisição de competências técnicas sobre as TIC, mas que esta seja uma formação reflexiva, que crie situações que propiciem a reflexão dos professores sobre a sua acção, o seu papel, e sobre as implicações das TIC na escola, e na sociedade actual. Os professores não são meramente transmissores de conteudo, estão são tecelões de afectos, e arquitectos de sentimentos, de saberes, tendo um papel social bastante importante sobre os seus alunos,e na sociedade em geral.

    Há que apostar assim na formação reflexiva de professores como um veiculo para a integração curricular das TIC e da Educação para os Media.

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  40. Bom dia,

    No que diz respeito à integração curricular das TIC e da educação para os Media na investigação educativa estou de acordo com o autor caracteriza esta investigação como crítica e transformadora, aberta e interdisciplinar, participativa e educativa. Como os meus colegas já referiram a comunidade educativa terá um papel fundamental enquanto participantes activos de todas as fases da investigação, resultando esta participação numa aprendizagem educativa.

    A investigação educativa sobre as TIC e sobre os Media, faz todo o sentido na nossa sociedade actual marcada pelas tecnologias da informação, enquando educólogos/ pedagogos não nos basta o conhecimento do senso comum à que fundamentar a nossa acção com dados empíricos de forma a tornar mais eficaz a integração curricular das TIC e da Educação para os Media.

    A investigação educativa têm assim toda a relevância, e deve envolver um trabalho interdisciplinar, ou seja com profissionais devárias áreas, de modo a que esta colaboração seja potenciadora da melhoria e da transformação.

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  41. En relación a lo que han expuesto mis compañeros Miguel y Garazi he de decir que estoy completamente de acuerdo. Es evidente que no basta con formar alumnos críticos con las Tic sino que esta tarea debería generalizarse al resto de medios de comunicación.
    Evidentemente los medios nos manipulan y contribuyen a reproducir estereotipos que repercuten de forma negativa en nuestras vidas creando actitudes consumistas o incluso generando ciertas enfermedades. Los estereotipos son imágenes o ideas que asumimos y que nos forman un modelo determinado de sociedad, de forma de visa…influyendo en gran medida en nuestras vidas y precisamente con esto juegan los medios. Un ejemplo de ello serían los estereotipos de género que se nos muestran tanto a través de las Tic como de la televisión y en concreto de la publicidad. Es importante contribuir a que nuestros alumnos, como dice Miguel, aprendan a conocerse a sí mismos y puedan controlar la influencia de los medios en sus vidas.
    Para conseguir este objetivo es necesaria una colaboración conjunta de la sociedad y no únicamente de los docentes pues, al menos en mi opinión, la acción de los padres es muy importante. Realmente creo que ni los docentes ni los padres tienen la formación suficiente para conseguirlo y precisamente sería este el punto desde el que se debería de partir. ¿Cómo vamos a formar alumnos críticos con los medios si a penas tenemos formación para ello?

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  42. Bom dia meus colegas!!Buenos días chic@s!!

    No voy a comentar algo obvio como es la importancia de las TICs en nuestra sociedad, ya que veo que muchos de vosotros lo habéis reflejado perfectamente.

    Me parece fundamental volver a enfatizar en nuestra responsabilidad como docentes de formarnos e investigar sobre estrategias para poder educar a nuestros alumnos en los medios de comunicación y en las Nuevas Tecnologías de la Información y la Comunicación.

    Todos (incluida yo) nos parece muy importante educar en y sobre los medios, pero no quiero dejar de lado la relevancia que también tiene en nuestra sociedad enseñar a nuestros alumnos a utilizar estos medios.

    ¿Por qué me refiero a enseñarles a utilizarlos?
    Realmente si pensamos en alumnos de la Universidad o incluso de Educación Secundaria Obligatoria/ Bchillerato, damos por hecho que saben manejarlos incluso mejor que los docentes, pero...¿Es esto real? ¿Estamos seguros que tienen estrategias adecuadas de búsqueda de información? ¿Saben a qué páginas tienen que acudir para buscar una información fiable, objetiva y contrastada?
    Y respecto a los alumnos de Primaria...¿Saben utilzar el power point? ¿Saber como se copia, pega, corta...un documento? ¿Saben cómo pueden grabar un video o grabar su voz en una grabadora?
    Creo que tendríamos que plantearnos estas cuestiones y no dar por hecho que los niños de hoy en día manejan todos los aspectos de estos medios. Nosotros también como docentes tenemos que asegurarnos de que todos estos conocimientos se aprendan de una manera significativa. Para ello, es algo básico que los docentes sepan de estos temas, pero ¿Realmente se llevan a cabo programas de formación en estos aspectos? ¿Ofrecen los centros apoyo a los docentes?
    Yo la realidad que conozco, es una en la que los profesores se encuentran solos ante estas situaciones y tienen que intentar resolverlas como pueden.

    Respecto a lo que han comentado tanto Miguel como Garazi, yo estoy de acuerdo con ellos en que los medios deben estar integrados en todas y cada una de las materias y en todos los niveles educativos, adaptándose a las diferentes características de los alumnos. Por ejemplo, el arte da muchas posibilidades de integración de los medios de comunicación.

    En el texto que hemos leído, Gutiérrez señala tres importantes dimensiones de la formación del profesorado en TIC. Una de ellas es:
    - Conocimiento del currículum oculto, de las implicaciones y consecuencias de las TIC, tanto en el aprendizaje intencionado, propio de la educación formal, como en la educación informal.
    Haciendo referencia a ésto y a todo lo que han comentado mis compañeros, podemos utilizar los mismos medios de comunicación para trabajar temas como los estereotipos,enfermedades, los modelos que nos ofrecen...Con imaginación y dedicación del profesorado se pueden crear alumnos críticos hacias estos contenidos desde los mismos medios.

    Saludos!!Saudaçãos!

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  43. Hola Compañeros!

    Aunque es un poco tarde, me uno a los comentarios de mis compañeros, ya que he leído todos, unos con más dificultad que otra…

    Decir, que yo cuando leía el artículo que llamó mucho la atención de que se quieran tratar las TIC como materias transversales, ya que estas materias se tratan muy poco en el aula, como puede ser el ejemplo de educación para la salud o educación sexual, que e tratan durante un día y ya se da por hecho. Creo que los propios investigadores y escritores del artículo cometen el error de denominarlas así, porque con ello le están quitando la importancia que hoy en día tienen las TIC en la sociedad, y por tanto en ese sistema educativo que prepara para la sociedad.
    En el caso de las TIC, siempre sin quitarle importancia a las materias transversales, creo que deben estar presentes en todas las materias que se dan en el aula, así como la existencia de una materia específica en la que los profesionales, de los que más tarde hablaré, enseñen crítica y detenidamente qué son las TIC y su función tanto en el aula como fuera de ella, porque la mayoría de los alumnos, por no decir todos (aunque no estaría my equivocada) cuentan con alguna tecnología en casa, siendo como mínimo el ordenador.
    Creo que son muchas las personas, contando con alumnos, padres y sociedad en general, que ven las TIC como un mero utensilio de diversión, olvidándose del aprendizaje que pueden generar y que ayudan a complementar.
    Por todo esto, estoy muy de acuerdo con Garazi y Miguel, con su opinión de que las TIC son necesarias en la vida de los alumnos y de la sociedad, porque ahora, la gran mayoría de información que se recibe es a través de estos medios de comunicación y por ello necesitamos conocer cómo, quién y por qué nos presentan esa información y poder ser selectivos con ella y no caer en el desconocimiento de algo que cada vez está mas presente en nuestras vidas.
    En cuanto a los profesionales, creo que deben introducir estas tecnologías en el aula, siempre y cuando las consideren como son, útiles y complementarias a lo que ellos realizan en el aula. No por llevar, como estamos acostumbrados a ver, por suerte o pr desgracia, presentaciones de Power Point, significa que ya están incluidos los medios en el aula al utilizar el ordenador.
    Deben ser los profesionales los que se preocupen y conozcan la situación de sus alumnos, que saben que día tras día, se pasan las horas frente a las TIC y conocen muchas herramientas que pueden llevarse a cabo en algunas materias en el aula, pero que se encuentran con profesores que se niegan a cambiar su práctica y a aprender, porque ellos también deben aprender, la utilización de las TIC en todas las asignaturas que tratan en los centros.
    Todos los responsables de la educación de los niños, o no tan niños, debemos preocuparnos porque se cumplan unos requisitos para la enseñanza y el conocimiento de las TIC, siendo así, desde profesores, padres, pedagogos y los propios alumnos.

    Para terminar, haciendo referencia a una parte de lo que dije al principio, me gustaría que reflexionáramos sobre si gran parte de la sociedad no se involucra en las TIC porque creen que están inventadas única y exclusivamente para la diversión o para ámbitos lúdicos, sin tener en cuenta su capacidad de enseñanza crítica y reflexiva que nos presentan.
    Yo, desde mi punto de vista, creo que desgraciadamente, mientras muchas personas no piensan en otras utilidades de las TIC no avanzaremos hacia lo adecuado, hacia la incorporación total de las TIC en la enseñanza.

    Un saludo!!!!

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  44. Hola!! buenas tardes/boas tardes a tod@s!!!!
    Como sé que habéis comentado muy bien los temas principales del texto tales como la transversalidad de los contenidos y su integración curricular, la formación de profesores o la incorporación de estos nuevos medios tecnológicos, voy a intentar desarrollar otro tipo de aspectos que van más en la línea que han comentado por ejemplo Amor con las redes sociales, Miguel o Garazi.
    En el texto se cita a un autor Martínez de Toda ( “El impacto moral y social de los medios de comunicación social”) al que le preocupan los principales efectos que puedan originar los medios de comunicación (en general), del cual se han realizado múltiples estudios e investigaciones sobre las posibles repercusiones que pueden tener sobre la comunicación social. Son estudios recientes en el que ponen de manifiesto la violencia en dichos medios y cómo influyen sobre los valores morales y sociales de la población.
    Cómo bien hemos comentado en anteriores debates, estos medios de comunicación, en la mayoría de las ocasiones, no nos muestran una visión exacta de la realidad, y cada individuo adquiere un significado propio de la misma que serán recibidos acorde a su nivel de conocimiento y de habilidad crítica.
    Todo esto refleja la importancia de, como venimos diciendo, formar personas críticas que puedan enfrentarse a esa información de manera que sepan interpretar la realidad desde su propio punto de vista, sin dejarse influenciar por las opiniones de los demás.
    Como señala el texto, las Tic, al igual que los demás medios, ejercen una gran influencia en nuestras vidas, con sus ventajas e inconvenientes; he ahí el trabajo a realizar por el docente. Desde mi punto de vista sería un importante avance la incorporación los diversos medios en la educación, tanto como recurso como contenido curricular, pero de mayor relevancia sería la formación de nuestros docentes en las posibles repercusiones que pueden originar tales medios si no inculcamos un uso adecuado de los mismos.
    En muchos países esta competencia digital forma parte integral de la enseñanza, nosotros estamos aún lejos de eso, pero podemos comenzar por integrar a la comunidad educativa (profesores, padres, alumnos…) para fomentar ese tipo de valores que se están olvidando como la cooperación, el trabajo en equipo, el espíritu crítico… y para ello es imprescindible llegar a un consenso por parte de esa comunidad.
    Saludos!!Saudaçãos! ;)

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  45. hola chic@s!!Boas tardes!!
    Respecto a lo mencionado sobre todo por Miguel y Garazi, creo que los medios de comunicación ya no solo se basan unicamente en anunciar los productos, si no que te intentan convencer para adquirirlos, y que creas que los necesitas para ser feliz y ser una persona integrada en la sociedad.
    Y ésto no solo influye en lo material, sino en lo psicológico, cada vez esto crea personas más materialistas, consumistas, superficiales...
    Pero esto no solo es culpa de los medios de comunicación, sino también de las familias, que compran el cariño de sus hijos, con los mejores juguetes de ultima moda, con los caprichos que éstos tengan...haciendo que la felicidad de los menores sea puramente materialista.

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  46. Hola a todos!
    Bueno no queda mucho que destacar en mi opinión, ya que habéis ido comentando cosas interesantes y propuestas que deberían llevarse a cabo en la "Educacion de los Medios".
    Es cierto que somos responsables los educadores, pero como exprese en el otro foro, también nosotros debemos preguntarnos si estan bien formados las personas que nos forman a nosotros en los medios, al ser como habéis comentado algo transversal y en mi opinión que debería estar integrado en todos los planes de estudios de todas las carreras, aunque carezco de la información suficiente para saber si no está hecho esto ya....

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  47. Hola a todos/as
    Se ha producido un gran desarrollo de los medios de comunicación y sobre todo ahora, en la actualidad, tienes una gran importancia e influencia.
    Antes los medios de audiovisuales eran un apoyo a la asignatura en la que se utilizaba, pero ahora más que un simple apoyo es un instrumento de trabajo que hay que tener en cuenta, ya que los tiempos están cambiando al ritmo que lo hace la sociedad y la escuela debe adaptarse a ello.
    Se han utilizado los medios como una parte del tema de una asignatura o como un trabajo de clase, pero nunca se han incorporado totalmente hasta el punto de que sean parte de la asignatura.
    No se debe olvidar que lo que se enseña en la escuela va a seguir siendo lo mismo y que por añadir las nuevas tecnologías no va a cambiar y no debe quedar en el olvido por la incorporación de estas.
    Hay que decir también que los profesores tienen que formarse en las TIC para poder adaptarse a los cambios que se están produciendo, pero a muchos de ellos les cuesta trabajo porque muchas veces les viene impuesto o porque creen que para que seguir actualizándose si ya tienen su puesto de trabajo o les queda poco para jubilarse (esto es una opinión personal).
    Siempre se ha dicho que se necesita una formación permanente, pero desde mi punto de vista, a los docentes les resulta más fácil hacer un curso de reciclaje que tener que hacer un curso sobre las TIC para poder iniciarse en ellas o simplemente para poder utilizarlas en el aula.

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  48. Hola de nuevo!! Mi compañera Carmen Pedrero no puede aportar su comentario mediante su cuenta. Es por ello, y a petición suya, que os dejo su opinión. saludos!!!


    ¡HOLA a todos/as!
    Bueno antes de nada, he de decir, que estoy de acuerdo con lo que piensan Miguel, Garazi y el resto de mis compañeros del foro. Sinceramente, creo y mas nosotros como profesionales de la educación que somos, que no podemos ignorar este tema, y que debemos luchar, y hacer frente al dominio que hoy en día está ejerciendo la sociedad sobre la institución educativa y por supuesto sobre los ciudadanos. Pienso que la escuela se ha convertido en una herramienta más, para crear ciudadanos educados hacia el consumo, ciudadanos fácilmente influenciables y manejables para esa sociedad mercantilizada siendo simples marionetas.
    Por eso, veo en los medios de comunicación una vía, una salida para abrir las puertas y crear una nueva cultura educativa o simplemente reconstruirla como si se tratase de una acción transformadora en la educación, creando ciudadanos más críticos, a través de una pedagogía diferente a la “tradicional” con el uso de las TIC no solo de manera transversal(al igual que mis compañeros, pienso que ese uso seria escaso) y usándolo ya mas como una finalidad de la educación. Hablo de que nos aventuremos a usar e introducir las TIC en la escuela, convirtiéndolos en nuestros “amigos”, y no viéndolos solo como “enemigos” debido al uso manipulador y controlador del cual ha ido cultivando hasta ahora esta sociedad a partir de sus mensajes subliminales, saturándonos de información siempre manipulada.
    Por otro lado he de decir, que me ha resultado interesante lo que propone Alfonso Gutiérrez, en base a que la formación del profesora sería también clave para el uso de las TIC, proporcionando a éstos un mayor protagonismo en esa reconstrucción social mencionada anteriormente, y no limitando solo su influencia educadora en la institución educativa, sino también otorgándoles la posibilidad de a través de publicaciones en la red educar a otros ciudadanos eliminado esas posibles limitaciones geográficas. Al igual que propone mi compañera Sara, de romper la barrera de alumno-profesor, yo creo que el uso de las TIC, ayudaría también a romper las barreras, del mundo virtual, de la información que reciben de numerosos medios de comunicación, con la información real que existe en la sociedad, enriqueciendo ambos contextos, y manejando distintos puntos de vista de la información, por lo tanto creando ciudadanos mas críticos y reflexivos.
    Pero, realmente vosotros/as ¿cuál creéis qué es el problema de que esta situación no cambie, y no resurja esta pedagogía innovadora?:
    - De la posible formación del profesorado.
    - O de la cultura tradicional que hoy en día sigue atada la Institución educativa y que no quiere ese cambio.

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  49. Me gustaría responder al comentario de Garazi, Miguel y Laura, aunque voy en vuestra línea y creo que se fomenta el consumismo a través de las TIC, crean un modelo de sociedad basado en consumir los productos que las grandes empresas venden, concretamente referente a las TIC, la gente está consumiendo las table, y muchos no saben ni como funcionan. ¿No será mejor no vernos involucrados en ese proceso? ¿Pero como salir de él? Agradezco a Miguel que haya abierto esta puerta a una nueva vía de reflexión.

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  50. Retomando algunos de los comentarios de mis compañeros, creo que las TIC deben trabajarse de manera transversal en el aula, creo que así es la única forma de que haya una verdadera integración. Si las integramos en Matemáticas, en Lengua o en Inglés por ejemplo, pueden desarrollarse las TIC y los medios de comunicación al mismo tiempo que se están trabajando diferentes temas en las asignaturas, pudiendo encontrar información al respecto en los distintos medios, criticando y reflexionando sobre lo que en ellos aparece.De este modo podremos formar a ciudadanos críticos y reflexivos en una sociedad cada vez más consumista debido a su gran arma, la Publicidad.

    Como algunos ya apuntábais, los profesores deben estar formados, pero ¿Cómo es esa formación? o ¿Realmente quién nos forma está preparado en TIC?
    Creo que la formación más adecuada es la permanente, debemos estar reciclándonos constantemente y adaptándonos a los nuevos retos que nos plantea la sociedad.

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  51. Olá
    Sobre a educação para os media na educação básica, no meu entender, e reportando-me ao texto de apoio, acaba por ser uma responsabilidade, não de um professor de uma área específica, mas sim transversal a todos. Se entendermos que não se pretende um mero conhecimento das técnicas e instrumentos, mas sim a criação de uma consciência crítica sobre os meios de comunicação, esta é uma função de qualquer professor, responsável pela formação global do aluno. Assim como interdisciplinar é a educação para os valores, que igualmente poderá fazer parte da tarefa educativa de abordagem dos meios de comunicação.
    Carla Monteiro

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  52. Mais adianto...
    Em relação à necessidade de formação dos professores na área das TIC, reconheço (bem como o autor do texto), que ainda encontramos alguma resistência, sobretudo em professores mais veteranos. Encaram até com alguma desconfiança e relutância, algo que ainda lhes parece não fazer grande falta.
    Ao compreendermos que o que se prioriza não é tanto o saber as técnicas das novas tecnologias, mas sim enfatizar a necessidade de desenvolver um espírito reflexivo sobre as TIC na sociedade, bem como as suas vantagens e desvantagens, acaba por até ser um desafio. Poderá ser potenciador de discussões enriquecedoras entre as gerações de alunos e professores.
    Tal como noutras situações na vida, a falta de conhecimento leva, por vezes, à negação de uma evidência: as novas tecnologias têm de ser encaradas pelos professores como um potencial didáctico, educativo e de um mais próximo conhecimento do contexto escolar.

    Carla Monteiro

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  53. Hola a tod@s!!!
    En base a lo dicho anteriormente, simplemente quiro manifestar mi opinión en cuanto a la integración de las TIC y los medios de comunicación en la educación.
    Par la correcta integración en en mundo educativo, es neceario que el centro disponga de una buena cultura educativa encaminada en este sentido, es decir, que esté "alfabetizado" digitalmente hablando. Hay que tener una serie de competencias necesarias, los profesores son los grandes protagonistas para desarrollarlas día a día en el aula. Aunque es necesaria la colaboración de toda la comunidad educativa.
    En el currículum se trabajan las TIC y los medios de comunicación de manera transversal, concretamente la competencia denominada "tratamiento de la información y competencia digital" hace alusión directa, aunque en muchas ocasiones se queda en mera teoría.
    La educación debe ser reflejo de la cultura de hoy y no de la de ayer, es por ello, que las instituciones educativas han de trabajar en este sentido si no queremos educar a los ciudadanos del siglo XXI con profesores anclados en el S.XX y en una institución escolar nacida en el S. XIX.

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  54. Hola a tod@s!!!!
    Siguiendo con la linea que han propuesto mis compañeros, he de decir que estoy totalmente de acuerdo con miguel y con la gran mayoría de mis compañeros, ya que la no educación en medios de comunicación nos están haciendo mucho daño a la sociedad, en cuanto que nos ofrecen una visión sesgada de la realidad y nos trasmiten a su vez unos valores, con los que no estoy de acuerdo. Hoy en día la mayor utilidad que se le dan a estos medios es la persuasión del espectador, oyente...es decir, nos hacen creer que es más feliz el que más tiene, los cánones de belleza, a su vez crean muchas enfermedades en las personas tanto física como psíquicamente, por ello creo necesaria la formación en medios, ya sea de manera transversal o formal, pero que se lleve a cabo, y para ello es necesario formar a quienes forman sobre el tema. Creo que todos estaremos de acuerdo en que es una tarea complicada, integrar estos medios en las aulas, pero no imposible, por ello debemos trabajar muy duro, sobre todo las personas que nos dedicamos,dedicaremos en un futuro o todos aquellos que guardamos relación con la educación, para lograr de esta manera que esto sea posible, ya que se plantea como una necesidad de la sociedad, a la que nos urge dar respuesta.

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  55. Acredito que é possível a humanização das tecnologias, afinal de contas, em quase todos os recursos tecnológicos, ainda temos um humano que comanda...
    Sobre a investigação em educação para os media, concordo com a abrangência a todos os intervenientes no acto educativo (onde incluo a educação formal, informal e não formal). Não pode incluir apenas a comunidade escolar, numa época em que sabemos que os alunos são inseridos em diversos grupos sociais: o clube desportivo, os escuteiros, a catequese, as redes sociais...que acabam também por influir a formação para a vida dos nossos alunos. Esta investigação está referida como sendo participativa e educativa, crítica e transformadora, aberta e interdisciplinar, não só dentro da prática educativa formal. Terá de abranger os grupos de referência dos alunos, que muitas das vezes acabam por ser mais determinantes do que a própria escola.

    Espero ter contribuído para a partilha de ideias...
    Bom trabalho

    Carla Monteiro

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  56. Hola, una vez leídas las interesantes aportaciones de todos los participantes, me gustaría contestar a la pregunta que plantea Carmen: “¿cuál creéis qué es el problema de que esta situación no cambie, y no resurja esta pedagogía innovadora? De la posible formación del profesorado, o, de la cultura tradicional que hoy en día sigue atada la Institución educativa y que no quiere ese cambio.

    En mi opinión, todo va un poco unido. Si la escuela (institución educativa) desarrolla su actividad al margen de la sociedad, no avanza a su mismo ritmo y, por lo tanto, se queda estancada en la cultura tradicional; la formación del profesorado en el ámbito de las TIC será muy limitada. Siendo así, se entra en un bucle en el que la escuela no proporciona la formación adecuada acerca de las TIC, los profesores no reciben esa formación necesaria para hacer converger escuela y sociedad, y por lo tanto, la escuela no avanza, así que sigue sin dar y los profesores sin recibir, etc.

    Y todo ello puede que venga provocado por la concepción que se ha tenido (o que se sigue teniendo) de lo que supone introducir las TIC en el aula. Hasta no hace mucho, introducir las TIC en el aula se traducía en “herramientas que podían facilitar la presentación y/o comprensión de la información”, es decir, “educación ´con` los medios”; cuando lo que realmente hay que pretender es una “educación ´sobre` los medios o ´para` los medios”, como se recoge en el artículo de A. Gutiérrez. A mi parecer, es aquí donde estriba el problema que plantea Carmen, si esta concepción no cambia, difícilmente vamos a conseguir sustituir esa cultura tradicional tan extendida por una cultura más abierta y acorde con lo que la sociedad demanda.

    ¡Un saludo!

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  57. Ola a tod@s!
    Hola a tod@s!

    Para finalizar, penso que a investigação em educação para os medias é de extrema importância pois vai acompanhar todo o desenvolvimento das tic, dando a possibilidade de uma maior integração curricular das Tic e a oportunidade de dar uma melhor formação aos professores.
    Concordo com o autor quando se refere que a investigação-acção deve ser: próxima, participativa, educativa, critica, transformadora, aberta e interdisciplinar.
    Aproveitando o que referi anteriormente acrescento que a educação para os media deve ser assim mesmo, aberta, critica, participativa, interdisciplinar... é de todos e para todos!

    Bom trabalho para todos. :)

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  58. Buenos días / bom dia!!

    He leído muchas de las opiniones que habéis aportado, y son tantas que tal vez en algo mi opinión que refleje pueda repertirse con alguna idea reflejada por vosotros, pero intentaré que así no sea, para ello no haré mucho incapié en al artículo (si una o dos reseñitas!) y reflejaré mi perpectiva...

    Cada una/o habéis dicho cosas interesantes y si a algo llegamos en conclusión es que las Tic, se han de incluir en la educación, en la enseñanza y en la formación de todos, por la gran relevancia que tienen en la sociedad actual en que nos movemos.( porque así como Gutierrez señala en el artículo: " En educación los cambios nos viene dados por la evolución social y son prácticamente inevitables"). El problema transcurre en como hacerlo correctamente, como hacerlo de la forma más eficaz, y como hacer para que nos puedan aportar cosas positivas para el propio ámbito profesional de la docencia pero también a la vez para el ámbito personal...
    Es difícil responder a ello; pero sin duda esa educación para los medios necesita del esfuerzo, colaboración y empeño de todos.

    Hemos de reflexionar sobre la repercusión de las tics en la sociedad, en como nos influyen, sus rasgos positivos y negativos... y a partir de ello, encauzar el camino más apropiado a la formación y enseñanza; pero nos hemos de parar a pensar y no realizar las acciones sin más, simplemente porque la sociedad así lo creclame, o porque hayamos de ir a la misma velocidad... Porque a mi parecer Internet y todo lo relacionado con ello tiene de sus convenientes, pero también por supuesto de sus inconvenientes, y muchos de ellos creo que pesan bastante. ( por ejmplo, como ya habéis señalado,en cuanto a las relaciones interpersonales a mi parecer se han vueltan más frías... separadas por una pantalla, que no te permite ver lo que te transmiten los ojos de la otra persona que está al otro lado)...

    En definitiva, que en la sociedad digital, vayamos sin prisas para poder hacer las cosas bien...

    Saludos a todas/os!

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  59. ¡¡Hola a Tod@s!!
    Sin duda alguna los comentarios anteriores son certeros y apuntan básicamente a la importancia de dotar al profesorado de conocimientos suficientes sobre las TIC, con el fin de que formen personas críticas y consecuentes con lo que ven, leen y oyen. Este aspecto es importante porque en la última década del siglo XX, la popularidad de los medios se ha visto incrementada notablemente con la llegada de las “tecnologías digitales”.

    En la actualidad los medios están presentes tanto fuera como dentro de las aulas, estableciendo así una relación continua con los mismos. En el artículo se proponen cambios en tres ámbitos fundamentales como son: la educación básica, la formación del profesorado y la investigación educativa. Así pues, con respecto al primer ámbito, hay que señalar que la Educación para los Medios se puede llevar a cabo a través de la integración curricular, es decir, incluyendo los contenidos en las diferentes áreas, creando asignaturas específicas para su estudio o simplemente considerándola como un contenido transversal.

    En segundo lugar, conviene adaptarse y poner solución al problema de la formación del profesorado, mas que nada, porque una vez que los medios se hayan incorporado a nuestra forma habitual de enseñar y aprender, van a llegar otros más sofisticados y ocuparán su lugar. Por tanto, debemos desarrollar una actitud abierta y positiva ante los medios, partiendo de la base de que forman y van a formar parte de nuestras vidas durante mucho tiempo. De esta manera, los conocimientos críticos y reflexivos que inculquemos a nuestros alumnos serán de vital importancia porque les permitirán convivir y utilizar de manera adecuada las nuevas tecnologías. El saber manejar los nuevos equipos es obviamente necesario, y principalmente la figura del docente debe saber cómo están y cómo deberían estar las TIC en el aula (su papel en el aprendizaje), y cómo están y cómo deberían estar las TIC en la sociedad.

    Finalmente, conforme a la investigación educativa, hay que resaltar que el modelo más coherente con el nuevo paradigma de educación para los medios, es el conocido como “Investigación-acción colaborativa o participativa”. De esta forma, se analiza críticamente la propia realidad educativa y social, buscando así soluciones para transformarla de la mejor manera posible, beneficiándonos todos. No obstante, el colectivo docente no es el único que debe indagar en este campo, sino que las familias, los alumnos, las asociaciones de consumidores de productos mediáticos o los políticos (entre otros colectivos) también deberían hacerlo.

    Para finalizar, me gustaría decir que son muy interesantes los comentarios y opiniones que surgen en este espacio. Además, creo que invitan a la reflexión y pueden sernos de mucha ayuda en nuestro futuro profesional y en el presente, en nuestra vida cotidiana.

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  60. ¡¡Hola, buenos días compañeras y compañeros!!
    No queda mucho por añadir en este encuentro tecnológico, ya lo habéis dicho todo o casi todo…. así que voy a insistir a mi manera en todo lo que comparto:
    La sociedad está demandando cada vez más al sistema educativo una educación (práctica, reflexiva y crítica) para los medios, que debe vertebrarse desde la enseñanza obligatoria, la formación del profesorado y la investigación educativa; 3 ámbitos complementarios entre sí dentro de una política educativa y tecnológica global e integradora que es imprescindible para integrar las TIC dentro del curriculum y superar así, la sociedad de la información para vivir dentro de una sociedad del conocimiento que apueste por una alfabetización múltiple para todos, de educación para la vida (para la felicidad y desarrollo personal) como personas libres y responsables donde la consecución de los fines de la Educación para los Medios vaya en consonancia con la de los fines generales de la Educación.
    A éstas alturas me parece incuestionable que los nuevos medios deben estar presentes en los centros educativos, porque las TIC posibilitan la integración de lenguajes y la difusión de documentos multimedia por Internet y además comparto que deberían ser “parte integral de la enseñanza de (casi) todas las materias”, ya que debe existir una “competencia digital” necesaria para un aprendizaje a lo largo de toda la vida.
    Para finalizar pienso que todo esto, aunque se es consciente de ello, no se está llevando adecuadamente a la práctica en las aulas por 2 razones: la primera es porque requiere compromiso con un cambio significativo, aceptado y voluntariamente asumido como responsabilidad de TODOS y la segunda es que el profesorado no está formado en esta “competencia digital” y para que los alumnos reflexionen sobre la presencia de las TIC en nuestra sociedad, sobre su influencia en nuestras vidas, sus ventajas e inconvenientes… primero deben hacerlo sus profesores.
    Un saludo, Laura

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  61. Bom dia a todos!
    Li com muito agrado alguns comentários que foram sendo aqui deixados. Somos um grupo que dá testemunho da importância dos media para a Educação. Tentei ir um pouco mais além do texto de Gutiérrez para perceber melhor do que falamos quando dizemos Educação para os Media. Segundo a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), “a Educação para os Media constitui parte da preparação básica de todo o cidadão, em qualquer país do mundo, em ordem à liberdade de expressão, ao direito de informação e representa um suporte na construção e sustento da vida democrática” (conferência “Educar para os Media na Era Digital”, promovida na Áustria em 1999, citada em Pereira, 2004, pág. 5). Um outro autor, Len Masterman, um dos maiores nomes na área da Educação para os Media (citado em Pereira, 2004: pág. 6), diz-nos que a “educação para os media diz respeito ao conjunto de teorias e práticas que visam desenvolver a consciência critica e a capacidade de iniciativa face aos meios de comunicação social. É uma educação /formação que visa contribuir para um uso crítico e criativo dos media, em que o objectivo não é apenas o desenvolvimento da consciência crítica mas igualmente da autonomia crítica dos sujeitos”. Aliás este aspecto do desenvolvimento da consciência crítica, é a “pedra de toque” da Educação para os Media. Sara Pereira, professora auxiliar da Universidade do Minho e investigadora, acrescenta ainda que esta área “envolve também a compreensão das práticas mediáticas diferenciadas, as interacções, as motivações e expectativas que as determinam (…), compreensão dos media como uma realidade socialmente construída, isto é, a compreensão de que o trabalho dos media é, por natureza, um trabalho de construção, de representação, de selecção, de hierarquização, ou seja, de construção social. A acrescentar ainda o contributo que uma educação a este nível pode dar para a tomada de consciência dos direitos e dos deveres dos cidadãos face à comunicação social” (Pereira, 2000, pág. 1). (continua...)

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  62. (continuação do post anterior) No nosso texto Gutiérrez fala-nos sobre as mudanças paradigmáticas a realizar para uma efectiva integração das TIC e da Educação para os Media na Sociedade do Conhecimento, constituindo assim uma área de estudo mais abrangente, a da Educação para a Sociedade Digital. Também isto é defendido pelos autores anteriores. Para ele, três áreas são efectivamente fundamentais para o desenvolvimento Sociedade Digital, de uma forma participativa e plena de cidadania por parte de cada cidadão: a formação básica, a formação dos professores e a investigação educativa.
    Ao nível da formação básica, parece-me fundamental a proposta do autor para que a Educação para os Media seja uma área transversal a todas as disciplinas. Parece-me ainda mais certo e necessário educar para a consciência crítica, para uma capacidade de análise crítica dos conteúdos e da utilização que deles é feita. Não basta, tal como o autor deste texto refere, educar para a utilização dos diferentes meios, mas para uma análise crítica destes, para um distanciamento capaz de perceber as potencialidades e os perigos que existem em todos os meios, sem excepção. E isto tem que ter início desde a infância, paralelamente à utilização dos meios, quer sejam eles informáticos, televisivos, radiofónicos ou escritos.
    Como tal e intimamente ligada, a formação dos professores é urgente, em diferentes “frentes de batalha”: manuseamento das TIC, utilização das TiC em contexto pedagógico, como forma de motivar e facilitar a aprendizagem, mas também na vertente crítica, de apoio aos alunos para que eles saibam ler e interpretar os diferentes media, podendo fazer assim um melhor uso deles. A estimulação do espírito crítico é, na minha opinião, a maior tarefa dos professores, uma vez que a aprendizagem técnica, por parte dos alunos, é cada vez mais generalizada em contextos informais.
    Por seu turno, a investigação educativa deverá ter sobretudo três aspectos: abrangente/participada e educativa; crítica e transformadora e aberta e interdisciplinar. Na minha opinião o autor faz uma análise muito bem conseguida nestes três aspectos: só com o envolvimento participativo e crítico de todos é que podemos melhorar esta área de investigação.
    Desejo um bom trabalho a todos!
    Alexandra Ventura

    Bibliografia extra que consultei:
    - PEREIRA, S. (2000). Educação para os Media e Cidadania. "Cadernos de Educação de Infância". 56 (Out. 2000) 27-29. Disponível em http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/4768, acedido a 04.04.2011.
    - PEREIRA, S. (2004). Os desafios educativos dos media na educação de infância. ENCONTRO NACIONAL da ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA, APEI, 9, Lisboa, 2004 - " Encontro Nacional da Associação de Profissionais de Educação de Infância : actas". [S.l. : s.n., 2004]. pag. 30 – 37

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  63. Hola a tod@s!!

    Estoy de acuerdo con la mayoría de las aportaciones vertidas en el foro. Sin embargo, creo que la introducción de las nuevas tecnologías debería tratarse de manera transversal con los alumnos, con esto no quiero decir que no debamos enseñarles a utilizarlas, sino que deben ser los docentes los que adquieran un dominio alto de éstas.

    Considero que las nuevas tecnologías deben ser un apoyo, recurso de los docente para que mejoren su práctica; además hay que tener en consideración el alto conocimiento que ya poseen de estas herramientas, por lo que nuestra tarea, debe centrarse en la formación que deben recibir los docentes.

    Sin embargo, si es necesario que a los alumnos les enseñe las múltiples posibilidades que tienen las nuevas tecnologías a nivel educativo, para que ellos las apliquen a su vida educativa.

    Por otro lado, me parece muy interesante la pregunta aportada por Carmen: "“¿cuál creéis qué es el problema de que esta situación no cambie, y no resurja esta pedagogía innovadora?" En este sentido, creo que el problema está (además de en el vertiginoso ritmo en el que vivimos, lleno de cambios e innovaciones constantes) en los propios docentes. Hace años, los docentes creaban sus propias herramientas para ejercer su función; considero que en la actualidad, el docente se "ha acomodado", no contempla otra posibilidad que la de dar sus clases, es decir, no sabe como adaptar las nuevas tecnologías a su área de enseñanza, y esto limita las posibilidades de innovación.

    Sin embargo, creo conveniente destacar, que cada vez más los docentes se interesan por introducir estos nuevos cambios, y realizar sus clases más dinámicas y amenas.

    Un saludo a tod@s

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  64. Hola! :-D

    Bem, depois de ler todos os post dos colegas de facto faltam-me as palavras, uma vez que já muito foi dito...
    Estamos perante um mundo em mudança, uma sociedade em constante evolução, e, como tal, é interessante esta reflexão conjunta sobre a temática.
    A popularidade das tecnologias (nomeadamente as digitais) é visível e é aceite o papel privilegiado que as TIC têm no mundo da educação, por isso urge a necessidade de desenvolver competências digitais, educar "com, sobre e para" os media, promovendo-se, não só a sua utilização, mas sobretudo uma consciência crítica sobre a sua utilização.
    Concordo plenamente com o autor quando ele refere que a lógica de mercado e a competitividade condicionam os objectivos de educação, pelo que toda a evolução a que assistimos, obriga-nos, necessariamente, a reflectir sobre a organização curricular, a formação dos professores e a investigação necessária ao desenvolvimento que se pretende.
    Bom trabalho a todos!

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  65. ¡¡ Hola a todos !!
    La actual sociedad del conocimiento se caracteriza por la introducción del uso de las tic y los medios en el ámbito educativo y en nuestra vida en general. Es por ello, y como bien dice el texto, que los centros educativos deben hacer todo lo posible para formarse y formar tanto a profesores y demás profesionales como a los alumnos para así realizar una lectura y una recepción crítica de los mensajes provenientes de los distintos medios mediante la reflexión y el análisis, proporcionando un enfoque critico en la educación.
    Además, también deben introducir en el currículum escolar el estudio y el uso de los diversos medios de comunicación y de las tic en todas o casi todas las materias curriculares en las que sea posible su uso.
    Por todo lo dicho anteriormente, creo primordial la investigación educativa acerca de los efectos que estos dos elementos (los medios y las tic) tienen sobre el desarrollo de nuestros alumnos.

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  66. Tras leer detenidamente el artículo y analizar el futuro no muy lejano de la educación considero que es una necesidad y una obligación que los medios formen parte integrante de la educación de los niños ya que hoy en día en el mundo en el que vivimos los medios forman un papel crucial para el desarrollo del mismo, ya que la educación y la escuela actúan como agente socializador y educador de los niños, está deberá estar concebida con la participación activa de los medios en el día a día de las aulas con el fin de adaptar a los niños al manejo y convivencia con los mismos de forma autónoma y coherente

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  67. O que penso sobre a integração curricular das TIC e da Educação para os Media na sociedade do conhecimento!


    A integração das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) e da Educação para os Média na Sociedade do Conhecimento é fundamental, na minha mais modesta opinião!

    Penso que é de enorme relevância educar com/sobre e para os meios de comunicação e as novas tecnologias de modo a que sejam rentabilizadas e realmente bem conduzidas as suas interacções com os educandos/formandos.

    As TIC e a Educação para os Media deveriam constituir unidades curriculares, a meu ver desde o segundo ciclo do ensino básico! Pois, desde bem cedo que as crianças vão tendo acesso aos mais diversificados meios tecnológicos ou de comunicação, pelo que estas unidades deveriam educar para a utilização dos meios de comunicação e para o que nos é transmitido por eles! Assim, como refere A. Gutiérrez, “a Educação para os Meios é agora Educação para a Sociedade Digital e os modelos de integração curricular das TIC terão de ser, portanto, revistos”, na medida em que precisamos de rever as formas como lidamos com as tecnologias e com o que nos é transmitido pelos media, pois as suas evoluções são nítidas e influenciam cada vez mais a forma de estar e agir na sociedade de consumo à qual pertencemos.

    Continua...

    Cumprimentos académicos,
    Mariana Monte

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  68. Quando nos referimos aos media, estamos a falar dos diversos meios de comunicação que existem em todo o mundo, e que constituem instrumentos que nos auxiliam a receber ou transmitir informações/mensagens, e que assim, nos ajudam a comunicar uns com os outros. Ao longo do tempo verifica-se uma evolução dos media associada à evolução tecnológica, da qual a sociedade é autora e, ao mesmo tempo, vitima!

    Na minha opinião, fomos e somos, nós – sociedade – os responsáveis pela criação das novas tecnologias, e pela consequente, promoção do desenvolvimento tecnológico, que tanto está associado às novas formas de comunicação!

    As formas de comunicação que são usadas no quotidiano, não são as mesmas, nem idênticas às que eram usadas pelos nossos avós e antepassados, se calhar até mais próximos ainda que estes! É facto que com a criação dos computadores, da internet, do mensenger, das diversas redes sociais on-line, entre outros, a comunicação pessoal, ou mesmo, por exemplo, decresceu um pouco. Desta forma, as TIC tornam-se importantes no currículo de qualquer indivíduo que pertence a uma sociedade em que as novas tecnologias nos assaltam o quotidiano, de modo a que possamos falar de uma sociedade de conhecimento!

    Quando nos referimos às novas tecnologias não deveremos apenas aludir-nos à população jovem e em escolaridade obrigatória! Devemos pensar numa população cada vez mais adulta e idosa sujeita a novas tecnologias, que constituem instrumentos do quotidiano ou informação de massas, para os quais muitas vezes não estão preparados e não sabem utilizar!

    Na minha opinião, a educação para os media e as TIC tornam-se fulcrais numa sociedade cada vez mais dependente dos media e das novas tecnologias, em todos os aspectos da sua vida. E mais! Numa sociedade em que os media tentam de toda a forma transmitir e incutir mensagens, ideias e atitudes repletas de ideais de determinadas crenças de certas pessoas, e conduzir as pessoas ao consumo, a meu ver por vezes de forma exagerada!

    A frase de Barthes “se os media fossem janelas abertas para o mundo, se reflectissem a realidade, não haveria nenhum interesse em estudá-los, como não há interesse em estudar um vidro”. Nesta está implícito que os media transmitem uma representação da realidade e não a realidade propriamente dita. A informação que recebemos dos media não mostra a realidade, tal como ela é, mas uma representação do que ela é, ou seja, a informação é construída e transmitida por alguém ou alguma instituição revestida de ideais, de crenças, de modos de trabalhar distintos, com histórias de vida que influenciam na construção e na consequente transmissão da informação, daí que como diz o autor, o interesse em estudar a educação para os media se detenha nesse aspecto da representação da realidade.

    O interesse em estudar os media reside, a meu ver, na construção de formas de saber interpretar a realidade que os media nos tentam transmitir e em perceber que a informação que nos chega não é, na maior parte das vezes, interpretada pelos sem crenças e motivações do seu autor.


    Cumprimentos académicos,
    Mariana Monte.

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  69. Continuando con mi análisis de los artículos, digamos que me llevan a una reflexión que a su vez me encuadra en una obligación a la hora de desempeñar mi labor docente y de formar a los futuros seres que convivirán en esta sociedad, quizá sea paternalismo por mi parte pero considero que como docente tengo el deber y la obligación de enseñar a mis alumnos a que sepan y sean capaces de seleccionar con un criterio reflexivo y crítico la enorme cantidad de información que desde los medios de comunicación avasallan día a día al receptro de la información, considero que por desgracias en la actualidad no todas las personas son capaces de hacer esta distinción y participar de forma activa en su propia recpción de información por así decirlo por lo que considero importantísimo para la liberttad y autonomía del ser humano que la educación del mismo deba estar concebida para que el alumno logre participar de forma activa en la recepción de información por parte de los medios, solo así conseguiremos que el alumno sea capaz de reflexionar y de tener un espiritu critico constructivo con su entorno con la consiguiente autonomia y liberación del mismo

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  70. Ya para finalizar, a modo de conclusión y breve reflexión quiero recalcar y reflejar la enorme importancia de la inmersión en la educación de las personas que tienen las tics, pero hay que tener cuidado con esto ya que pueden convertirse en armas de doble filo, y ahí es donde el docente posee un papel fundamental y crucial para que el aprendizaje sea el adecuado, ya que durante etapas infantiles los alumnos todavía no son capaces de seleccionar la enorme cantidad de información que atraves de las tics tienen a su disposicón por lo que el docente tendrá que ser el encargado de guiar a esos alumnos y educarlos para que en un futuro sean capaces por sí mismos de llevar a cabo esa selección.

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  71. Concorda com a perspectiva de Gutiérrez no que respeita à educação básica?!

    Quanto à educação para os media na educação básica, segundo a perspectiva de Gutiérrez, esta deverá ser “digital, critica e integradora”.

    Pessoalmente, estou de acordo com esta mesma perspectiva, na medida em que a nossa sociedade caminha a passos largos para o mundo digital das novas tecnologias, também porque deve ser uma educação promotora de reflexão e apreciação crítica do que nos é transmitido ou apresentado pelos media ou pelas novas tecnologias; e ainda integradora, de modo a que todos os alunos possam ter as mesmas oportunidades em relação à sociedade que se apresenta cada vez mais tecnológica e em que o conhecimento é transmitido pelas e com as novas tecnologias.

    Gutiérrez refere ainda que “será matéria transversal e tarefa de todos. Não se trata simplesmente de possibilitar o acesso às novas tecnologias e ensinar o seu manejo, como inevitável consequência do «signo dos tempos», senão uma proposta de alfabetização múltipla para todos, de educação para a vida como pessoas livres e responsáveis na sociedade digital”,pois todos os educadores deverão ter formação para ajudar e ensinar os educandos no uso adequado das novas tecnologias e informação transmitida pelos media, para serem num futuro a curto ou longo prazo adultos participativos e activos na sociedade do conhecimento!

    Cumprimentos Académicos,
    Mariana Monte.

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  72. Concorda com a perspectiva de Gutiérrez no que respeita à formação dos professores?!

    Segundo Gutiérrez os professores devem ter conhecimento do “potencial educativo das TIC não somente como recurso em sala de aula, mas também como fenómeno social fora dela”. Perspectiva que concordo plenamente tendo em conta a dimensão das TIC na vida de qualquer individuo na sociedade de consumo em que nos inserimos! A formação dos professores deve ser orientada para a sua capacitação no uso das TIC na educação que promovem e concretizam! Na minha opinião para se poder ensinar alguém a lidar com as novas tecnologias e a “interpretar” o que elas nos transmitem, é necessário nós mesmos conhecer-mos e saber-mos lidar com elas! Daí que a capacitação de professores seja fundamental, quando falamos na integração curricular das TIC e Educação para os Media na Sociedade de Conhecimento!

    Cumprimentos académicos,
    Mariana Monte.

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  73. Concorda com a perspectiva de Gutiérrez no que respeita à investigação em educação?!

    Gutiérrez acredita numa “pesquisa interdisciplinar em Educação para os Meios, próxima (a professores, pais e alunos), participativa, crítica e transformadora”. Devo concordar, de facto, com este autor, uma vez que toda a pesquisa sobre os media e as TIC deve estar aberta a todos quantos queiram enriquecer esta área de forma produtiva e desenvolver as suas potencialidades! De modo que toda a pesquisa para além de englobar interdisciplinaridade, deve ser activamente participada, alvo de reflexão critica e análise, e promover trabnsformações com vista à melhoria e rentabilização do uso das TIC e dos Media!

    Cumprimentos académicos,
    Mariana Monte.

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  74. Ei ei para todos(",)!!


    Quanto à integração curricular das TIC e Educação para os Media na Educação Básica…

    Ora, se é certo que a escola deverá educar para a cidadania, também é certo que, tendo em conta que as TIC assumem hoje em dia uma dimensão inegável na sociedade, a escola deve educar com vista a que a que os cidadãos, principalmente as nossas crianças e jovens, sejam detentores, no futuro, de um suporte (sólido) que sirva de referência e possibilite que se familiarizem e convivam com os media de modo perspicaz, activo, esclarecido, que lhes permita fazer as suas escolhas.

    Assim, para além de facilitar/auxiliar o acesso às novas tecnologias, a escola, deve procurar desenvolver nas crianças uma atitude e comportamentos pautados por um sentido crítico pois só assim poderão intervir de forma activa, consciente e informada na sociedade digital.

    Posto isto, tal como refere Gutiérrez Martín (2007), “A Educação para os Meios na educação básica será digital, crítica a integradora.” (p.142). Terá portanto um carácter transversal, podendo ser articulada com diferentes áreas curriculares disciplinares e níveis de ensino. Por outras palavras, a educação para os media apresenta-se como articulável com as práticas pedagógicas desenvolvidas na sala de aula bem como com as actividades escolares gerais, tendo efeitos evidentes nas práticas culturais e políticas de educação.

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  75. Quanto à integração curricular das TIC e Educação para os Media na formação de professores…

    A meu ver, já é geral a opinião de que as TIC vieram para ficar e, portanto, se tornaram em ferramentas importantíssimas de que os docentes inevitavelmente se têm de socorrer para leccionar as suas aulas. Assim, na minha opinião, a formação de professores na área das TIC torna-se imprescindível. E torna-se imprescindível pois possibilitará o desenvolvimento de actividades inovadoras e mudanças da metodologia de ensino (que o progresso constante das TIC incentiva).

    Importa salientar que, concordando com a opinião expressa pelo autor Gutiérrez Martín (2007), a formação de professores nesta área deve, logicamente, capacitar o professor de conhecimentos que lhe permita saber como utilizar as TIC e deve, principalmente, fomentar a reflexão em torno das TIC, ou seja: qual o seu papel, influência, potencialidades, prós e contras que apresenta, etc.

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  76. Quanto à integração curricular das TIC e Educação para os Media na investigação educativa…

    Em busca de uma melhoria e transformação e com vista à integração curricular das TIC e educação para os media, a investigação educativa torna-se fundamental. Tal como refere Gutiérrez Martín (2007), esta deve ser interdisciplinar e abrangente, ou seja, deve envolver diversos campos e agentes pois só uma participação e colaboração entre diversos profissionais poderá contribuir para uma integração curricular (das TIC e educação para os media) eficiente.


    **Continuação de um bom trabalho para todos**

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  79. Olá a todos :)

    Integração curricular da TIC e Educação para os Media na Educação Básica – Perspectiva de A. Gutiérrez:

    Segundo A. Gutiérrez, a Educação para os Media deve ser obrigatória na educação, considerando-a como um conteúdo transversal ao currículo e passível de ser abordada por todos os professores. As TIC podem ser, assim, introduzidas em qualquer das áreas do currículo, sendo utilizadas para facilitar o processo de ensino-aprendizagem.

    A ideia principal, da introdução das TIC nos currículos escolares, é o facto destas potenciarem o espírito crítico dos alunos. Tal como nos diz o autor, as novas tecnologia tem o objectivo de “Desarrollar destrezas básicas en la utilización de las fuentes de información para, con sentido crítico, adquirir nuevos conocimientos. Adquirir una preparación básica en el campo de las tecnologías, especialmente las de la información y la comunicación.” (Gutiérrez, 2007, pp. 148), ou seja, os alunos devem ser capazes de utilizar as TIC e perceber o porque dessa utilização associada ao processo de ensino-aprendizagem.

    Relativamente à criação multimédia, Gutiérrez fala não só de um “ (…) principio básico de la alfabetización (…)”, mas também de uma “ (…) estrategia para la formación del profesorado en TIC, ya que aprender a escribir multimédia es una de las formas más eficaces de adquirir la capacidad de leer multimedia.” (Gutiérrez, 2007, pp. 149).

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  80. Integração curricular das TIC e da Educação para os Media na Formação de Professores – Perspectiva de A. Gutiérrez:

    De acordo com A. Gutiérrez, a importância da formação de professores nesta área é precisamente para “ (…) «no perder el tren» del progreso (…)” (Gutiérrez, 2007, pp. 150).

    Não posso deixar de concordar com esta ideia, pois, tal como os alunos, os professores devem acompanhar os progressos da sociedade, dai a formação dos professores nas TIC ser fundamental, pois para além de facilitar o processo de ensino-aprendizagem, estas são muito úteis também fora de contexto escolar.

    Na formação de professores nesta área, deve ser destacada a importância e o porquê das TIC na nossa sociedade, e não apenas os conteúdos técnicos e instrumentais, esta formação deve propiciar a reflexão sobre as TIC.

    De acordo com Gutiérrez, as principais dimensões da formação de professores prendem-se no potencial didáctico e educativo das TIC e no conhecimento dos contextos onde estas se integram.

    Com a integração curricular das TIC e da Educação para os Media na formação de professores, pretende-se que estes estejam a par da evolução e sejam capazes de utilizar estes novos meios de forma consciente e benéfica.

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  81. Integração curricular das TIC e da Educação para os Media na Investigação Educativa – Perspectiva de A. Gutiérrez:

    A investigação educativa sobre as TIC e a Educação para os Media é muito importante, visto que é através dela que vamos “ (…) avanzando tanto en el desarrollo de la integración curricular de las TIC, en el sentido amplio antes apuntado, como en la formación del profesorado (…)” (Moreno y otros, 1999, citado por Gutiérrez, 2007, pp. 152).
    Como deve ser a investigação educativa neste âmbito das novas tecnologias?!
    - Próxima;
    - Participativa;
    - Educativa;
    - Crítica;
    - Transformadora;
    - Aberta;
    - Interdisciplinar.
    Actualmente, as novas tecnologias e a educação para os media, são meios facilitadores a nível educativo, portanto todos os agentes envolvidos no meio escolar devem estar a par da evolução e da importância que exercem na nossa sociedade, dai a constante investigação ser uma mais valia.

    Beijinhos e bom trabalho a todos :)

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  82. ¡¡Hola a todos!!
    Como ya se ha comentado, los medios de comunicación tienen una gran influencia en todas las capas de la sociedad, por lo que es muy importante introducir estos medios en el aula porque estamos en una sociedad mediática donde nos encontramos con unas nuevas formas de comunicación y con un mayor número de mensajes y todo el sistema educativo debe orientarse hacia una mejor comprensión de estos lenguajes y hacia la incorporación de estos medios en el aula de clase.
    Además los medios de comunicación están muy vinculados a la vida normal de las personas, por lo que su uso en la enseñanza lo convierte en un material muy motivador para el estudiante, es algo que conocen y su uso les resulta grato.

    Las TIC suponen una extraordinaria herramienta en manos del profesorado, pero una cuestión importante, como ya se ha ido diciendo, es que los profesores deben estar bien formados e informados, necesitan una “alfabetización digital” que les ayude a conocer, dominar e integrar las TIC en su práctica docente, porque de poco servirá a los alumnos trabajar con los medios, si quien les debe preparar apenas los conoce.

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  85. Hola :)

    No que toca à integração curricular das TIC e da educação para os Media na formação de professores considero essencial que para além dos conteúdos técnicos e instrumentais, seja transmitida aos docentes a necessidade de reflectir “(…) sobre la presencia de las TIC en(...) sociedad, (...) sus ventajas e inconvenientes, etc” (A. Gutiérrez, 2007, p.150).
    É importante que os professores tomem consciência que, tal como a minha colega Vera referiu, irão ser na educação dos alunos mais do que técnicos, assumindo o papel de arquitecto de desenvolvimento humano. Assim sendo, é crucial que estes sejam capazes de transmitir aos alunos a necessidade destes reflectir criticamente acerca do que lhes é apresentado as novas tecnologias e meios de comunicação, levando-os a repensar a influência exercida pelas novas tecnologias na sociedade actual.

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  86. No que toca à integração dos média na educação básica concordo com a perspectiva do autor, pois, tal como já foi referido pelos meus colegas as Novas Tecnologias são uma área transversal e, portanto deviam constituir um assunto a abordar em qualquer área de ensino.
    A abordagem desta temática nas aulas de TIC (como uma colega referiu) teria toda a pertinência, pois é bem verdade que, geralmente, as nossas crianças, todas sabem utilizar as novas tecnologias. Assim sendo, seria então pertinente dotá-las de ferramentas que lhes permitissem fazer um uso consciente destas mesmas tecnologias. Seria importante que estas tivessem em consideração não só as vantagens, mas sobretudo os perigos do uso inconsciente deste tipo de Tecnologias.
    É essencial que as crianças estejam despertas e consigam ver para além do que lhes é mostrado nos média, isto é saibam ver as mensagens que estão implícitas nas novas tecnologias e consigam reflectir criticamente acerca do que lhes é apresentado.

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  87. Tal como já foi referido, considero importante desenvolver investigações acerca dos meios de comunicação e TIC de modo a que consigamos obter dados empíricos que nos facilitarão esta mesma área educacional.
    Segundo Gutiérrez Martín (2007), e tal como já referiram diversos colegas, a investigação-acção de uma educação digital deve ser próxima, participativa, «educativa», Crítica, transformadora, Aberta e interdisciplinar.

    Besos e buen trabajo para todos :)

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  88. A educação básica e a formação de professores:
    As TIC eram inicialmente encaradas como ferramentas que facilitavam a apresentação e compreensão da informação, porém torna-se urgente promover a educação para os media, de forma a estimular e desenvolver competências tecnológicas. Como tal, dever-se-á integrar a educação para os media no currículo escolar, recorrendo a todos os educadores, tornando-a assim numa área transversal.
    Tal como defende o autor, qualquer professor, independentemente da sua área de conhecimento, pode abordar as novas tecnologias e os media, dá a importância da formação dos professores.
    Importa que os conteúdos e objectivos na educação para os media, sejam incorporados no conceito de competência digital e que, mais do que desenvolver competências técnicas, se procure desenvolver o espírito crítico dos alunos e a consciencialização das suas vantagens e desvantagens, procurando evitar o deslumbramento pelas TIC. Para o autor, há que ensinar a escrever multimédia, pois só assim será possível ler multimédia.
    Em suma, e pelo que percebi da perspectiva de Gutiérrez, mais do que centrar a educação dos media no ensino do computador e da internet, há que explorar o seu potencial educativo e didáctico (perspectiva também partilhada por Masterman).
    A educação para os media é fundamental para acompanhar o progresso e a sociedade em evolução, por isso há que englobar esta evolução tecnológica na educação.
    Já foi utilizada a expressão do autor “para no perder el tren del progresso”, mas de facto ela espelha bem porque é necessário formar professores na área. Concordo com o autor quando ele refere que importa dotar os professores, não só de competências técnicas e instrumentais no manejo das TIC, mas também dar ênfase à reflexão acerca das mesmas, por exemplo reflectir acerca da presença das TIC na nossa sociedade, a sua influência nas nossas vidas, as suas vantagens e inconvenientes…A este propósito são interessantes os conteúdos propostos por Gutiérrez (1997) e já referidos pelos colegas em post anteriores: o potencial didáctico das TIC; o potencial educativo e o conhecimento dos contextos.
    No fundo, para o autor importa formar, quer alunos, quer professores para as TIC numa perspectiva global, ou seja, além dos conhecimentos técnicos. Esta é uma perspectiva com a qual me identifico.

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  89. A investigação na educação para os media:
    O modelo abordado pelo autor Investigação – Acção, pressupõe um novo paradigma da educação digital e implica que todos os componentes da comunidade educativa se tornem elementos activos de todas as fases da investigação.
    Como tal, e porque se pretende uma análise crítica, é positivo que na investigação acerca da educação para os media colaborem diferentes áreas e diferentes sectores, porque isso aumenta a possibilidade de evolução, de transformação e de melhoria.
    Quem sabe, com esta nossa partilha não estaremos a contribuir para esta investigação – acção.
    Bom trabalho / buen trabajo para todos :)

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  90. É interessante perspectivar em que sentido podemos nós, licenciados em ciências da educação, contribuir para esta investigação acção e como podemos contribuir para a formação tecnológica e desenvolvimento do espírito crítico na formação de professores, idealizando e construindo projectos de formação adequados (por exemplo).

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  91. olá a todos/as!!
    em relação à integração curricular das TIC para os media na educação básica, penso que uma sociedade em constante mudança coloca um permanente desafio ao sistema educativo. As tecnologias de informação e comunicação são um dos factores mais salientes dessa mudança acelerada, a que este sistema educativo tem de ser capaz de responder rapidamente, antecipar e mesmo promover. Ao longo de todo o ensino básico, é fundamental desenvolver e dotar o aluno de saberes e competências gerais, tendo sempre em conta a especificidade e transversalidade das TIC.Deverá por isso assegurar aos alunos um currículo potenciador de aprendizagens significativas ao nível da utilização do computador e da internet, de forma flexível e faseada, e garantindo a transferência dessas mesmas aprendizagens a outras areas curriculares, daí se defender ter como características ser digital, crítica e integradora.

    Bom trabalho!!

    Ângela Oliveira

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  92. No que concerne à integração curricular das TIC na formação de professores, a escola deverá ter uma educação para a cidadania através da construção de uma sociedade democrática, contribuindo para isso o papel do professor. Este deverá praticar uma pedagogia activa e centrada no aluno, de modo a suscitar neste uma consciência crítica e activa. Na Sociedade da Informação, ter acesso à informação é ter acesso ao poder, e por isso "não saber informar-se e compreender os mecanismos de produção e difusão da informação exige uma formação específica a que se convencionou chamar de educação para os media"(Borderie,1997).

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  93. A importância da formação de professores prende-se com o acompanhamento do desenvolvimento da sociedade, que está em constante mudança. Também é relevante para poderem atender às necessidades dos seus alunos. Muito mais do que aprender a utilizar as TIC, os professores devem aprender a rentabilizar as tecnologias, no que concerne à criação de conteúdos e exposição das aulas. Todavia a formação dos professores nesta área deve incluir uma componente de reflexão sobre os media , as suas vantagens e desvantagens.
    O paradigma apresentado por GUTIÉRREZ, refere que o professor deve ser/estar (in) formado do “ estado” actual e projecção das TIC na “aula” e concomitantemente na sociedade.

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  94. O paradigma de investigação que o autor defende, é a investigação-acção onde inclui os diversos autores interessados. Deste modo a investigação deve ser aberta, interdisciplinar, participativa, educativa, crítica e transformadora.
    A relevância deste tipo de investigação refere-se à colaboração entre os diversos agentes, pois produz uma mudança mais significativa.

    Foi bastante importante esta aprendizagem colaborativa, pois cada um de nós "focamos um ponto" que julgámos mais pertinente.

    felicidade e êxito para todos nós!

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  95. A evolução tecnógica, de um modo geral, é um fenómeno transversal que toca a cada um de nós todos os dias e, influencia o nosso modo de estar, ser e viver!
    Na educação, as novas tecnologias também exerceram/exercem um importante papel que, no meu ponto de vista, trouxeram um upgrade, com um mundo novo cheio novas de potencialidades, se bem utilizado, por isso torna-se indispensável reflexões e estudos sobre o tema.
    A Educação tem de abrir as portas para a evolução tecnológica e, desta forma, é importante pensar na integração da educação para os media na educação Básica. Segundo Gutiérrez, esta deverá ser transversal e uma área comum a todas as disciplinas, transformando-a num meio, não só para receber mas também para elaborar conhecimento/informação. Para tal, é necessário dotar os alunos de competências digitais, para o uso consciente das vantagens e desvantagens do uso das novas tecnologias. É importante pensar o avanço tecnológico não só como uma nova ferramenta a utilizar, mas aproveitar principalmente o seu potencial educativo.
    Para conseguirem acompanhar a evolução das novas tecnologias, a formação de professores nesta área tornou-se imperativa. É importante o reconhecimento e aceitação por parte dos professores desta nova necessidade, torná-los conscientes do lugar das TIC na sala de aula e o seu papel na aprendizagem e educação. Contudo, na minha opinião, num primeiro momento é necessário dotar os professores de competências que lhes permitam utilizar as novas tecnologias como ferramentas num domínio puramente técnico para que num segundo momento tenham a capacidade de usar todo o seu potencial educativo e didáctico.

    A par de toda esta evolução tecnológica, surgem também investigações científicas sobre a temática que, tornam as reflexões em teorias e modelos credíveis no mundo científico. Relativamente ao novo paradigma da educação para os media, o modelo mais coerente e conhecido é o artigo “Investigação-acção colaborativa ou participativa” Sandín (2003), Callejo e Viedma (2006). Esta investigação propõe, o que me parece bastante interessante, que todos os elementos da comunidade educativa se convertam em participantes activos em todos os processos de investigação, fazendo da sua participação uma experiência de aprendizagem. Considera que com a colaboração de todos aumente a possibilidade de evolução.

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  96. Esta es la aportación de Montse Martíns Mayoral, que tenía problemas para subirla desde su cuenta.


    Después de haber leído vuestras aportaciones voy a intentar de hacer algunas reflexiones a modo de conclusión:

    Las nuevas tecnologías de la información y la comunicación son necesarias para poder vivir en la sociedad actual, forman parte de nuestra cultura, son un modo de vida, podríamos decir que desde que nacemos nos estamos alfabetizando en las TIC.
    Desde el ámbito de la educación tenemos que apostar por una innovación constante por parte del profesorado, que involucre a los alumnos, padres, etc, es decir, tenemos que hacer participes a toda la comunidad educativa, del uso de las TIC. Esto hará que mejore la selección de contenidos, el uso crítico de los mismos, mejorará el capital intelectual de las sociedades y ayudará a la resolución de problemas, así como al dialogo intercultural que exige una sociedad global.
    Tenemos que hacer un uso moderado, responsable y crítico de las redes de comunicación, para no saturar las mentes por el exceso de información al que estamos dispuestos en cualquier momento. Además tenemos que advertir a todos los usuarios de los peligros que acarrea, sobre todo a los padres, para que fomenten un uso moderado por parte de sus hijos y les vigilen.
    Hay que dar una formación al profesorado para que aprenda a que sus alumnos sean críticos antes las redes y les haga creativos, hay que motivar a los docentes para que sus alumnos lo estén, en definitiva la comunidad educativa tiene que estar unida para que se de un uso eficaz de las TIC.

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  97. hola a todos, por un error no me dejaba subir mi comentario y le pedi a miguel si podia hacerme el el favor, pero le mande la aportacion que era del foro uno, y no sabemos borrarlo, asique voy a intentar dejar mi comentario aqui.
    Después de todas vuestras aportaciones, estoy de acuerdo con todas, decir que los medios de comunicación están dentro de nuestras vidas, y tenemos que promover un uso correcto para todo el colectivo, pero hay que fomentarlo en toda la comunidad, no solo en el centro educativo, con los niños que son los que antes aprenden, debemos intentar que todas las generaciones tomen contacto con las nuevas tecnologías, que usen todos los medios de comunicación, porque hemos llegado a un punto en el que la sociedad no deja de avanzar, y si no hacemos que toda la comunidada viva en y con los medios quedará excluida, y no estará al día. No poedemos olvidar que detrás de todos los medios se mueven muchas ideologías y no todo es real, por eso debemos dar una formación adecuada a todo el colectivo.

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  98. Respondiendo a la pregunta de Amor, ¿quien esta educando a los profesores en TIC?, pues realmente estoy de acuerdo con ella, en que nosotros como futuros profesionales de la educación debemos tener una educación permanente y preocuparnos por afianzar nuestra formación con respecto a las nuevas tecnologías, porque de esta manera estaremos capacitados para transmitir una buena educación a nuestros alumnos, si no tenemos interés por renovar nuestros conocimientos en TIC acabaremos siendo unos analfabetos en el mundo de las tecnologías

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  99. Esta es la aportación de Alba Izquierdo:
    ¡HOLA a TOD@S!
    Tras haber leído el texto de Alfonso Gutiérrez y vuestros comentarios voy a expresar mi reflexión sobre ello, con la que espero aportar algo nuevo.
    En primer lugar, como todos sabemos, estamos en una sociedad que evoluciona de forma veloz y en la que los medios de comunicación y las TIC tienen una gran importancia. Es más, como dice el texto “en la última década del siglo XX la espectacularidad y popularidad de los medios se vio notablemente incrementada con la llegada de las tecnologías digitales”.
    Esta marcha continúa y no va a parar porque, “una vez que damos un paso comenzamos a correr”. Todo este progreso tecnológico afecta a gran cantidad de aspectos como socialización, economía, tradiciones, educación, etc. y es por ello por lo que debemos asumir que estamos en una sociedad cambiante. Esto no es ni bueno ni malo, simplemente es un momento histórico, humano que nos ha tocado vivir y al cual nos debemos adaptar lo antes posible.
    En segundo lugar, voy a centrarme en los tres aspectos significativos que abarca este texto y sobre los cuáles se está llegando a un debate en este foro.
    Con respecto a la educación para los medios en la enseñanza obligatoria, considero que debe llevarse a cabo no solo por los educadores, como dice en el texto, sino por toda la comunidad educativa. Toda la sociedad debe ser consciente de la evolución de la misma y de las adaptaciones que tienen que realizar para seguir progresando todos, en términos de igualdad. Por lo tanto tenemos que reconocer lo que está sucediendo y trabajar a partir de ello.

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  100. Cont.:
    Y teniendo en cuenta que la educación siempre ha sido uno de los recursos usado tanto por países, empresas, dictadores, etc. para potenciar la economía, productividad, transmitir ideologías… creo que en la sociedad digital y de la información en la que nos encontramos, es de vital importancia que se eduque en las aulas sobre las TIC, con las TIC y para las TIC.
    Por ello creo que sí se debería crear una asignatura específica para el estudio de los medios, e incluso estoy de acuerdo con la idea sobre incluir los contenidos de las TIC en distintas áreas, ya que cualquier medio se puede trabajar en el aula y en cualquiera de las materias, al menos es una de las cosas que estamos aprendiendo en esta asignatura de Pedagogía y Medios de Comunicación.
    Con esto, lo que procuramos es desarrollar el espíritu crítico de los alumnos ante los mensajes que reciben, y enseñarles a ser conscientes de que lo que se transmite en los medios es una realidad sesgada, pues en cada noticia, comentario, reflexión siempre hay una perspectiva, ideología, posición de la persona que la desarrolla que hace que ese mensaje este “manipulado”. Otro de los fines que se pretende llevar a cabo con esto es “aprender a desarrollar destrezas básicas en la utilización de las fuentes de información, para adquirir nuevos conocimientos”.
    Las TIC son un gran recurso, que sabiendo utilizarlo pueden dar mucho de sí. Además, debido a la OLA tecnológica en la que nos encontramos, gran parte de la población, y por tanto de nuestros alumnos, muestran una relación estrecha con estos medios en sus hogares o zonas de ocio día a día, por lo que les resulta más atractivo y motivador usar las TIC para abordar las clases, resultando poco atractiva e incluso “aburrida” la figura del profesor cuya metodología se basa en dictar.

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  101. Cont.
    En cuanto a la formación del profesorado en TIC, considero que es muy importante y necesario para que, mediante ellos, el uso de las TIC y la educación en las TIC sea posible en el aula. Creo que los profesores no deben imponerse a esto, puesto que es una exigencia de la sociedad cambiante y no un capricho político. Posiblemente el día de mañana esté aún más digitalizado y nuestros jóvenes alumnos deben saber enfrentarse a ello y educar a través de ello pues, sino educamos nosotros los profesionales de hoy ¿cómo van a avanzar nuestros jóvenes del mañana?
    Es cierto que cada vez a los profesores se les bombardea con más formación, actividades, adaptaciones de curriculum, responsabilidades… y que cada vez su tiempo para realizarlo es más reducido, pero desde mi punto de vista creo que es importante que se formen en las TIC no solo por la formación de los alumnos sino por su propia formación y su propia adaptación y agilidad para desenvolverse en esta sociedad.

    Además, los profesores tienen que saber diferenciar entre los medios de comunicación en el aula y los medios de comunicación en la sociedad y transmitírselo a la comunidad educativa, ya que la población usa de forma habitual estas herramientas para socializarse, para informarse y entretenerse pero no para formarse.
    Quizás esté ahí el error, en que la comunidad educativa piensa que las TIC no son un buen instrumento para utilizar en la clase porque no saben diferenciar su uso en la sociedad y su uso en el aula.
    Para finalizar, sobre la investigación-acción debo decir, como señala el texto, que este ámbito tiene que estar unido a los anteriormente justificados pues no se puede pretender que una mesa deje de cojear si le falta una pata.

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